O afrodisíaco dos alimentos
por Stephanie Zanandrais
A palavra “afrodisíaco” vem do grego aphrodisiakós pertencente à deusa Afrodisia, símbolo da beleza e do amor sexual. Geralmente, aos alimentos afrodisíacos é atribuído o poder de estimular a libido sexual, principalmente às frutas que possuem formatos semelhantes aos órgãos genitais.
Alimentos diretamente ligados à produção de energia e hormônios sexuais, que incita a virilidade do corpo humano, são afrodisíacos. É o caso da pipoca. Recentemente a revista Época do dia 22 de junho, publicou uma pesquisa falando sobre o alimento. Segundo a revista, o alimento foi citado na revista Men´s Health como afrodisíaco ” um nutriente chamado arginina, presente no milho usado para fazer pipoca, aumenta o fluxo sanguíneo e a quantidade de espermatozoides” segundo a reportagem.
Porém, muitas das atribuições são graças a lendas e crenças antigas. O Hallawe, tradicional doce árabe, é feito a base de gergelim que, segundo a lenda, tem poderes afrodisíacos. A sobremesa é acompanhada por uma dose de Arak, bebida árabe destilada de tâmara e uva aromatizada com anis, erva afrodisíaca.
Segundo o livro Alimentos que curam de Paulo Eiró Gonsalves, o amendoim é um ótimo estimulante sexual para os homens, além do mel e da castanha de caju. Outras frutas como a banana, têm seu poder afrodisíaco associado à forma, o figo à fertilidade, e o morango, a framboesa e a uva são muito utilizados em atos preliminares.
Para nosso entrevistado, o professor Luciano Andrade, 34 anos, o uso de alimentos afrodisíacos é essencial para sair da rotina. Casado há dois anos e meio, Luciano afirma que “encontros amorosos regados a alimentos afrodisíacos ficam muito mais estimulantes”. Além disso Luciano conclui que para os alimentos afrodisíacos cabe a função de estimular e esquentar os relacionamentos sexuais. “Todos os relacionamentos por si já são afrodisíacos, incluir os alimentos é só a poesia da coisa”.
DESABAFO
No 10º andar de um prédio na Afonso Pena, a RedeTv!Minas está muito bem instalada, apesar da pequena equipe que a compõe, a tecnologia e a organização do trabalho cooperam para uma estrutura que nos pareceu ser ótima.
O que não nos animou nem um pouco, foi saber que além de não abrirem oportunidades de estágio, a maioria dos profissionais da Tv não estão felizes com o trabalho. A editora por exemplo, nos disse que ainda havia tempo de abandonarmos o curso de Jornalismo para melhorarmos de vida. A produtora disse que trabalha em dois lugares para ter um salário melhor e a realidade dos outros profissionais também passou esse desânimo.
Mas a única que nos encorajou a não desistir e a confiar foi a jornalista e apresentadora Estefânia Farias. Mas, sei bem porquê ela me encorajou, a fé que ela tem em Deus e o sonho de conquistar o seu espaço fazem com que ela se destaque no ambiente de trabalho.
O que vejo é que o jornalismo precisa de mais pessoas que encorajam os estudantes a confiarem e a lutarem pelos seus sonhos. Afinal de contas, sabemos que o jornalismo é esse mix de fantasia, realidade e entretenimento. Sabemos também, que nossa subjetividade interfere nos fatos e nossa pessoa é alvo de críticas e atenção pelos receptores da notícia.
Ainda bem que temos alguém como a Estefânia que será bem sucedida por onde passar e fará a diferença e é por isso que passo a me inspirar nela.
Está na hora de levantarem jornalistas que inspirem mais a classe.
Serviço
Estão abertas as inscrições para o V Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística. Como nas edições anteriores, o mote do concurso é: “Imprensa e sociedade aliadas no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes”.
Diferente de outras iniciativas na área do jornalismo, o Concurso Tim Lopes não premia reportagens já veiculadas. O projeto seleciona as melhores propostas de reportagem sobre o problema da violência sexual contra crianças e adolescentes, e oferece um apoio técnico e financeiro para sua realização. Ao final, os participantes recebem também um prêmio de R$ 3 mil.
Os jornalistas que tiverem seus projetos selecionados pela comissão julgadora (formada por especialistas na temática da violência sexual e profissionais de comunicação) receberão uma bolsa de apoio para o desenvolvimento das reportagens, de acordo com a natureza do veículo no qual atuam (ver valores abaixo).
Bolsas de Incentivo à produção por categoria
Mídia Impressa R$ 10.500,00
* De acordo com o tipo de veículo vencedor: R$ 10.500,00 para Rádio, Mídia Impressa e Mídia Alternativa; e R$ 16.000,00 para TV.
O vencedor de cada categoria recebe ainda o prêmio de R$ 3.000,00, após a veiculação da reportagem. Em caso de inscrição conjunta, a forma de divisão desse valor fica a cargo dos participantes.
É importante ressaltar que, além do incentivo financeiro, o Concurso Tim Lopes também oferece o apoio de consultores especializados no tema, que ficam à disposição dos jornalistas para tirar dúvidas e orientar os profissionais durante a coleta de informações e produção das matérias.
Como participar?
Os jornalistas, professores e estudantes interessados devem inscrever seus projetos por meio de um formulário específico que está disponível no site http://www.andi.org.br/timlopes. Eles devem apresentar sua Proposta de Pauta de forma detalhada, apresentando: justificativa, roteiro de produção da matéria ou série de reportagens, fontes de informação que serão ouvidas, previsão dos gastos que serão realizados (estimativa), entre outras informações. No site também está disponível o Regulamento completo do concurso.
Novidade
Em sua 5ª edição, o Concurso traz uma grande novidade: a criação de categorias voltadas à participação de jornalistas que atuam em veículos de comunicação de países vizinhos.Em sua versão regional, o Concurso conta com o apoio das organizações que integram a Rede ANDI América Latina na Argentina (Periodismo Social), no Paraguai (Global Infância) e no Uruguai (El Abrojo).
O Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística é uma iniciativa da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), da Childhood Brasil (Instituto WCF) e da Save The Children Suécia e conta com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O projeto é uma homenagem ao jornalista Tim Lopes, que foi assassinado por traficantes de drogas enquanto investigava casos de exploração sexual de adolescentes, em uma favela do Rio de Janeiro.
O pão nosso de cada dia
por Stephanie Zanandrais
O pão surgiu com a descoberta dos grãos e do fermento pelos egípcios. Sempre esteve ligado à vida do homem tanto na culinária quanto na política, religião, arte e na cultura. “O pão foi criado na mesopotâmia a partir do cultivo do trigo há 6 mil anos. Como a agricultura surgiu na mesopotâmia, os historiadores acreditam que os primeiros pães foram produzidos por esta civilização”, explica a professora de história Raquel Peres.
Acompanhando os processos de industrialização na humanidade, o pão foi aperfeiçoado ao longo do tempo. “A receita do pão evoluiu no sentido de tornar o processo mais rápido. Técnicas de amassamento, processamento de ingredientes e evolução de equipamentos transformaram a panificação de antiga e artesanal para industrial”, afirma o Chef, Luiz Alberto Abrantes da confeitaria e delicatessen, Talho Capixaba.
As técnicas foram sendo inovadas com o surgimento de máquinas confeiteiras e novos condimentos foram aderidos na produção da massa e do recheio. Segundo Ricardo Jucá, gerente de Marketing da J.Macêdo, empresa atuante no segmento de farinhas de trigo e responsável pela marca Dona Benta, a mistura para pão caseiro é um produto desenvolvido para auxiliar as donas de casa no preparo de pão com praticidade e sem perder o gosto de receita feita em casa. “Para prepará-lo, basta acrescentar água e fermento biológico seco à sua formulação e levar ao forno. O resultado é um pão fofinho e muito saboroso”, afirma o gerente.
As evoluções aconteceram tanto no processo de produção quanto nos condimentos utilizados como o fermento, que antes era natural e hoje pode ser comprado em tabletes ou em pó. “Hoje os pães são feitos à base de chá, ervas, e uma infinidade de grãos e farinhas, inclusive farinhas sem glúten”, conta o Chef Luiz Alberto.
A delicatessen Talho Capixaba apresenta uma variedade de pães desde o tradicional francês até os elaborados com massa folhada, de recheios doces e salgados. Segundo Luiz Alberto, os Pães gourmet são aqueles elaborados a partir de um processo especial que reúne a alta qualidade dos ingredientes, além da fermentação ideal, e um bom forneiro.
Conheça as variedade da Talho Capixaba, acesse: http://www.talhocapixaba.com.br/
CHOCOLATE: o bem e o mal
Stephanie Zanandrais
Chocolate preto ou branco, em pó ou em barra, amargo e meio amargo. Chocolate com avelã, com morango ou uva passas. Não importa qual tipo, o chocolate é um dos doces mais consumidos pelo brasileiro, segundo o IBOPE de 2008.
Os dados da pesquisa revelam que 67% dos brasileiros afirmam consumir habitualmente vários tipos de chocolate, e em média são consumidas 10 unidades por semana.
Nas casas, restaurantes e padarias, o chocolate, também, é encontrado em bolos, tortas, fondues, caldas, biscoitos e muitos mais. Mas, você já pensou que ele envolve dúvidas e mitos? E que o consumo não pode ser exagerado?
A nutricionista Mariana Braga, do Instituto Nutrício, de Belo Horizonte, explica que o chocolate auxilia na prevenção do câncer e ainda no envelhecimento precoce. ‘’O chocolate, principalmente o amargo, é rico em antioxidantes, substâncias que sãocapazes de diminuir os danos causados pelos radicais livres’’, acrescenta.
Mas, por outro lado, a especialista explica que o consumo não deve ser exagerado. ‘’Por ser rico em cafeína não deve ter o consumo exagerado, especialmente para quem tem refluxo e gastrite. “Esse doce também é um alimento muito calórico, deve ter consumo moderado em pessoas com excesso de peso”. A estudante Estela Santiago, de 21 anos, gosta das trufas de maracujá, ela afirma que o chocolate traz uma sensação de prazer. Mas a preocupação de Estela é o que preocupa muitas mulheres. “Além de ter muita gordura um chocolate comum tem, em média, 130 calorias, o que equivale se eu tivesse comendo um sanduíche, que sustenta muito mais’’, relata. A nutricionista Mariana ainda acredita que não existe uma explicação definida que comprove que as mulheres comem mais chocolate do que os homens. “Tal fato pode ser explicado devido às oscilações hormonais que ocorrem nas mulheres”, afirma a especialista.
Para o cinegrafista Alessandro Meneses, 21, o fato da mulher ou o homem comer mais chocolate está ligado às fases da vida, “se você está alegre tende a comer mais”, conta. Fernando Sobroza é proprietário de três lojas da Cacau Show em Belo Horizonte. ‘’Cerca de 70% dos nossos clientes são mulheres. Os outros 30% são homens, que eu acredito que compram para as mulheres. Parece que o organismo feminino é mais suscetível ao chocolate. ’’ Fernando ainda explica que uma loja vende, em média, 700 quilos de chocolate por mês, o que equivale a cerca de 40 mil reais.
Além disso, “o chocolate está presente em todas as festas que o Buffet Sonho de Criança organiza”, afirma Clara Capanema, doceira e organizadora do Buffet em Belo Horizonte. Segundo ela, em todas as festas o brigadeiro é o principal docinho da mesa “geralmente os clientes optam pelo chocolate ao leite. O branco não tem tanta aceitação quanto”.
Em média, são feitos 150 brigadeiros por festa. “o dobro da produção de doces que não levam o chocolate”, afirma Clara.
Chocolate diet e light
Mas em compensação, Mariana alerta pelo fato de algumas marcas conterem maior quantidade de gordura, o que pode fazer com que o valor calórico do produto fique mais alto. Estela acredita que mesmo o chocolate diet tendo menos calorias, não deve ser consumido constantemente. ‘’Não é porque o tipo diet tem menos calorias que o comum que se deve comer sempre. Sempre controlo o consumo, porque são calorias significativas. ’’
O vício pelo chocolate
Os chamados ‘’chocólatras’’ se dizem viciados no doce. Mas, será que realmente ele é viciante? Uma reportagem publicada na revista Istoé, em 1996, relata bem o se o chocolate pode ser um mal ou não. A revista mostrou que segundo pesquisadores do Instituto de Neurociências de San Diego, nos Estados Unidos, o chocolate contém um tipo de lipídio (gordura) chamado anandamina, que causaria em seus apreciadores o mesmo efeito das substâncias presentes na maconha. "O chocolate é mais que um alimento, mas menos que uma droga", explicou o pesquisador Danielle Piomelli.
O chocolate e a acne
Sabendo disso, no último dia dos namorados a Cacau Show lançou um Kit afrodisíaco, que claro, leva o chocolate em sua composição. O kit Choco Terapia é composto de um tubo de creme de chocolate nos sabores menta ou pimenta, “um delicioso Creme de Chocolate feito exclusivamente para massagear e saborear”, afirma assessoria em nota.
Segundo Fernando Sobroza, proprietário de três lojas em Belo Horizonte, o produto é um sucesso de vendas.
"Ritual Massacre Machista"
A capital Copenhaga é a mais populosa, sendo que 85% da população vive nos centros urbanos e o nível social é de primeiro mundo. A cultura e a religião dinamarquesa tem origem luterana e a expectativa de vida para homens e mulheres está em torno dos 80 anos.
Mesmo com desenvolvimento constante e sucesso nas exportações, o país possui costumes antigos, uma vez que é datado do século VII de ascendência escandinava entre outros.
Ano após ano, jovens dinamarqueses participam de um ritual de passagem para a vida adulta. O ritual acontece na Ilha Feroe e consiste em caçar golfinhos Calderon. Os golfinhos calderon são inteligentes e se aproximam do homem para brincar inocentemente.
O alarmante é que a matança tem a finalidade de divertir e “tornar” os jovens dinamarqueses “homens”. A denúncia deve ser conhecida pelo maior número de pessoas, por isso, divulgue essa crueldade para que intervenções maiores e diplomatas entrem em ação.
Projeto de Ação Social

Leitor inconformado
"Marcelo Torres lê com prazer as Dicas de português. Diverte-se com o trato irreverente dado aos assuntos. Gosta do aperto em que as palavras se metem. E torce pelo final feliz. De quebra, relembra lições e tira dúvidas. Mas nem tudo são flores. De vez em quando, fica inconformado com certos atrevimentos. É o que ocorreu no domingo. No finalzinho da coluna "Chacina lingüística", havia a informação: "Corte o houveram do vocabulário. Ele nunca — nunca mesmo — lhe fará falta". Marcelo se arrepiou. Em protesto, mandou este recado: "Você há de convir que há casos em que o houveram é utilizado corretamente, segundo a norma culta. A terceira pessoa do plural do verbo haver, no pretérito perfeito ou mais-que-perfeito do indicativo [ufa!] é... houveram. Esse tal de houveram pode fazer falta, sim. Ou não pode?" Depende. A resposta tucana tem explicação. Quer ver?
Sem vez 1
O haver joga no time do Bombril. Tem mil e uma utilidades. Uma delas foi assunto da coluna de domingo. Na acepção de ocorrer e existir, ele só se conjuga na 3ª pessoa do singular: Houve (ocorreram) manifestações emocionadas depois da morte de João Hélio. Fato inédito: na segunda, havia (existiam) deputados saindo pelo ladrão do plenário. Viu? O haver é impessoal. O ocorrer e o existir não têm nada com a história. Flexionam-se sem caprichos. Ainda bem!
Sem vez 2
Haver também se presta à contagem de tempo. Indica passado. Senhor do ido e vivido, mantém-se impávido colosso na 3ª pessoa do singular: Mudei-me para cá há três meses. Lula governa o Brasil há quatro anos. Chegamos há poucos minutos. Havia seis horas que ele tinha saído de casa.
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No papel de relógio ou calendário, o dissílabo adora armar ciladas. Como quem não quer nada, junta-se à preposição atrás. Forma, então, baita pleonasmo. Olho vivo. Fique com um ou outro: Cheguei há duas horas. Cheguei duas horas atrás.
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A impessoalidade é contagiosa. Os auxiliares de verbo impessoal tornam-se também impessoais: Havia seis pessoas na sala. Devia haver seis pessoas na sala. Poderia haver seis pessoas na sala. .
Sem vez 3
Na formação dos tempos compostos, o haver se associa ao ter. Um ou outro podem fazer as vezes de auxiliar. Aí, ambos se conjugam em todas as pessoas. Mas o houveram, coitadinho, não aparece. Sabe por quê? Em nenhum dos nove tempos casadinhos, o pretérito perfeito ou o mais-que-perfeito têm vez: tenho (hei) amado, tínhamos (havíamos) amado, teriam (haveriam) amado, tiver (haver) amado, tenha (haja) amado, tivesse (houvesse) amado..
A hora e a vez
E o houveram? Ele não tem vez mesmo? Tem. Para chegar lá, uma condição se impõe. É desvendar outros sentidos do dissílabo. Um deles: considerar. Outro: possuir. Mais um: obter. Aí o verbo entra na vala comum. Conjuga-se em todas as formas: Os deputados houveram (consideraram) por bem comparecer à sessão. As famílias houveram (possuíam) de tudo, mas hoje nada mais possuem. Os pais houveram (obtiveram) notícia do êxito do filho nos Estados Unidos.
Carona
Você sabia? Reaver pertence à família de haver. Quer dizer tornar a haver, recuperar: A família reouve as jóias roubadas. Anna Nicole, a loura das tragédias e dos escândalos, brigou nos tribunais. Mas não reouve a herança do marido bilionário. Atenção, precipitados. Reaver confirma o dito de que filho de peixe sabe nadar. Como o pai, é cheio de manhas. Só se conjuga nas formas em que aparece o v, de haver: havemos (reavemos), haveis (reaveis), houve (reouve), houvemos (reouvemos), houveram (reouveram), haverá (reaverá), haverás (reaverás), haveremos (reaveremos), haverão (reaverão), haveria (reaveria), haveríamos (reaveríamos), haveriam (reaveriam).
Sem protesto
Marcelo, eis o resumo da ópera. A coluna reouve o houveram. Bom proveito".
Fonte: DAD SQUARISI, 14/2/7, Estado de Minas
Boa fonte, tributo ao CHEF CARLOS ALBERTO

Desde sempre apreciador de comidas. Antes dos conhecimentos pelo simples prazer de comer. Isso foi aumentando os depósitos indesejáveis. Aliado à vida sedentária do trabalho de um administrador formado e praticante, nem mesmos os constantes deslocamentos entre cidades para exercer suas funções foram suficientes para impedir complicações na saúde...
O tempo passou e a hora da aposentadoria vinha chegando, cada vez mais próxima. Era a hora de pensar o que fazer: e porque não alguma coisa voltada à comida? Então foi hora de buscar o conhecimento técnico necessário: SENAC e SENAI foram os lugares onde tive meus primeiros conhecimentos. Depois vieram os estágios e as aulas com chefes de primeira linha. Isto me levou naturalmente aos livros e à internet, passando pela tv para buscar as respostas para as dúvidas que acumulavam em minha cabeça.
Mas, encontrei na prática destas técnicas muitas das respostas que procurava. Percebia que não bastava copiar receitas e executá-las, pois, muitas das vezes, elas não permitem os resultados mostrados nas fotos. Foram anos de buscas e práticas usando apenas os equipamentos caseiros. Hoje posso deixar de comprar os pães que consumo. Desenvolvi algumas combinações interessantes de ingredientes. Mexi em formas, em texturas, em tempos de fermentação e em produzir meu próprio fermento. É um resultado artesanal. É um produto final limitado aso recursos disponíveis mas, no dizer de todos os que já tiveram a oportunidade de saboreá-los, muito bons.
Agora, quem sabe, um pequeno espaço onde possa colocar equipamentos para aperfeiçoá-los e, se possível, ter um forno à lenha para os resultados que os fornos industrializados não nos permitem alcançar.
Carlos Alberto de Lima [21] 8699 0798 - Rio de Janeiro - Brasil site: http://www.cdelima.com.br blogs http://bacalhaucombatata.blogspot.com- twitter: http://twitter.com/bacalhau_batata
Oportunidade de estágio
O Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância de Minas Gerais (SINJUS-MG) realiza processo de seleção para um estagiário de Jornalismo.Requisitos: estar devidamente matriculado no Curso de Jornalismo a partir do 6º período; ter bom texto, ser bem informado; mostrar interesse e comprometimento com trabalho. Conhecimento e interesse em movimentos sociais será um diferencial importante.Atividades a executar: redação de textos para informativo eletrônico diário, site e jornal quinzenal; fotografia; cobertura de eventos internos/externos; entrevistas.Horário do estágio: 25 horas semanais.Benefícios: Bolsa de R$ 492,00, vale-transporte e alimentação.Obs: A responsável pela seleção dos candidatos somente receberá os currículos encaminhados via e-mail.Currículos
para: Dinorá - http://dinora@sinjus.org.brDivulgação
Primeira cobertura e fatos para serem guardados
Pessoal, estou correndo e não estou parando em casa. Mas consegui esse tempinho para relatar como foi a cobertura do Festival de Comida Tailandesa.
Ocorrido na quinta passada, o evento começou às 19hs no salão ao lado do que eu e minha ex-chefa estávamos. Isso mesmo, entramos no salão errado. O mais engraçado é que na porta falamos com o segurança que nosso nome estava na lista de convidados para o festival de comida tailandesa e ele meio sem entender disse que nada havia sido passado, mas que poderíamos entrar [ele deve ter ficado com medo de um escândalo] e comer. Entramos nesse salão, que não era do festival de comida tailandesa, e nos sentamos em uma mesa que tinha mais quatro cadeiras. Fomos tirar fotos dos pratos doces e salgados buscando algo diferente do nosso bom e velho arroz, da saborosa lasanha e do comum bife de boi. Mas não vimos nada diferente. A mesa de doces então, não era nada do que falava no cardápio que recebemos por e-mail. Foi então que depois de comermos duas vezes, a Mariana teve a idéia de sair e ver se tinha outro salão no andar.
Detalhe que a decoração vinha desde a porta do hotel e dava para a entrada que estava mais escondida, por isso não percebemos.
Mariana então, volta rindo até. Descobrimos que estávamos no salão errado. Bem que vimos um monte de americano e pessoas influentes que estavam na Conferência Mundial Brasil 2020. Arrisco a dizer que fizemos, sem querer, algo que muitos jornalistas gostariam de ter feito, que era estar no mesmo local que eles para fazer uma matéria.
Paramos de rir um pouco e pensamos como sairíamos de lá. Pegamos nossas bolsas, passamos pelo segurança e nos dirigimos para o outro salão na maior naturalidade. Foi até bem fácil.
Chegamos no outro salão e fomos muito bem recebidos, nossos nomes estavam na lista e recebemos um lugar exclusivo.
No evento entrevistei o gerente do hotel e organizador do evento, o cônsul da Tailandia e o dono do restaurante tailandês em São Paulo que é madrileno. Os três eram os responsáveis pelo evento juntamente com o governo tailandês que teve o objetivo de divulgar sua cultura em nossa cidade com o festival que durou cinco dias.
Foram momentos de aprendizado total, uma vez que a entrevista aconteceu de maneira tranquila e tive a cooperação de todos para estabelecer o diálogo. Paguei alguns micos sim, mas essa parte só eu e a Mariana guardaremos em nossa memória.rs.
Créditos das fotos: Stephanie Zanandrais
O populista Vargas e as fraudes
Saúde em informação
A alimentação é um componente fundamental para ter uma boa qualidade de vida. Todos precisamos nos alimentar e isso deve ser feito de uma maneira balanceada e diversificada. A possibilidade de obter os nutrientes de que o organismo necessita depende da quantidade e da diversidade dos alimentos ingeridos. As combinações alimentares são muito importantes para se obter todos os nutrientes essenciais para o perfeito desenvolvimento e manutenção da saúde. A melhor forma de se obter os nutrientes em quantidades adequadas é seguir os princípios da pirâmide alimentar a qual é constituída por 4 grupos divididos em:
Energéticos (também chamados de carboidratos complexos): é responsável pela energia e força para realização das atividades do dia-a-dia como estudar, trabalhar, andar, etc. Fontes: arroz, batata, macarrão, pão, biscoito salgado, farinhas, mandioca.
Reguladores: são eles que ajudam o corpo a funcionar como um relógio, ou seja, “regulam” ou controlam tudo o que acontece no organismo (reações). Fazem parte deste grupo: frutas, verduras, legumes. São fontes de vitaminas, sais minerais e fibras.
Construtores: compreende o grupo das proteínas. Os quais são importantes para o crescimento, construção dos ossos e músculos. Fontes: carnes, ovos, leite, feijão, ervilha, etc.
Energéticos extras: compreende a gordura e os açúcares. Só fornecem calorias vazias, ou seja, não tem nenhum outro nutriente. São eles que fazem ficar gordinhos e pouco saudável. Fontes: refrigerante, doces, chocolate, margarina, manteiga, óleo, sorvete, etc.
O consumo na quantidade adequada de cada grupo vai propiciar a aquisição da quantidade de nutrientes necessários por dia, atendendo as recomendações da RDA (Ingestão dietética recomendada). Uma das principais combinações existentes em nosso país que apresenta perfeito equilíbrio e que colabora para obtenção da ingestão adequada de proteínas é o ARROZ COM FEIJÃO.
Qual o valor nutricional da dupla arroz e feijão?
O arroz possui vários benefícios, pois é rico em vitaminas do complexo B, proteínas e ferro; é um alimento rico em amido, fornecendo energia e contribuindo para a absorção de proteína. O feijão, por sua vez, contém mais proteína do que qualquer outro alimento de fonte vegetal, sendo fonte de vitaminas do complexo B, ferro, potássio, zinco e outros minerais essenciais.
Em decorrência das características demonstradas, a combinação do feijão com arroz é perfeita, pois ambos fornecem os aminoácidos (são pedacinhos de proteína) que auxiliam nosso corpo a formar suas próprias proteínas (músculos, pele, cabelos, unhas, ossos, cicatrização). E tudo isso porque os aminoácidos deficientes no feijão são justamente os que estão presentes no arroz. O arroz é pobre em aminoácido lisina, presente no feijão. Este por sua vez, não apresenta o aminoácido essencial metionina, abundante no arroz, daí a importância nutricional na formação protéica desta combinação tipicamente brasileira: 'arroz com feijão'. A proporção ideal entre arroz e feijão é de 3 porções de arroz para 1 porção de feijão.
Mito ou verdade? Ingerir líquido durante as refeições faz mal? por que?
Queria muito falar sobre a afirmação de que "beber líquido durante as refeições engorda e aumenta a barriga". É verdade?
È comum ouvir dizer que não se deve beber água, suco, refrigerante ou outro líquido qualquer durante as refeições porque faz mal, engorda, aumenta a barriga, mas será que é verdade? Não pode mesmo? Qual a explicação para isso?
Ainda não existe consenso entre os especialistas sobre este tema, o recomendado é ingerir no máximo um copo de 200 ml. Há aqueles que condenam terminantemente a associação de bebida com comida, enquanto outros optam pelo equilíbrio.
O maior prejuízo de se ingerir muito líquido durante as refeições está em relação a digestão. Depois da mastigação, o alimento passa pela faringe e esôfago, e vai para o estômago, onde está presente o suco gástrico, essencial para o processo de digestão.
Uma quantidade de liquido com ou sem gás, superior a 200 ml durante as refeições pode atrapalhar a digestão, pois as enzimas e o suco gástrico são diluídos, comprometendo o processo digestivo e pode ocasionar indigestão, gases e flatulências, além de sono e peso no estômago. Isto porque "Com dificuldade de digerir os alimentos, o organismo foca o seu fluxo sangüíneo em maior quantidade para a região comprometida, gerando a diminuição do oxigênio cerebral por diminuição da irrigação e provocando sonolência".
O excesso de líquido também poderá diminuir a absorção de alguns nutrientes, pois os alimentos passam mais rapidamente pelo intestino, local onde ocorre a absorção.
Afirmar que ingerir líquidos durante as refeições engorda ou aumenta a barriga é um mito. O que acontece é que o excesso de líquido misturado aos alimentos pode dilatar (distender) o estômago, provocando uma sensação de "inchaço abdominal", o que muitas vezes é confundido com o aumento da barriga. Quando o estômago está dilatado, manda uma mensagem ao cérebro avisando que ainda existem espaços vazios para serem preenchidos, então você não se sente saciado e consome mais alimentos do que normalmente seria necessário.
Esse aumento na quantidade de alimentos consumidos é que ocasionará o ganho de peso e, consequentemente, poderá contribuir para o aumento da gordura abdominal.
Porém, há outros estudos que mostram o contrário: tendo parte do espaço do estômago ocupado pelo líquido, a pessoa comeria menos e em pouco tempo voltaria a ter fome. "O estômago enche, mas ficam faltando os “carboidratos”, as proteínas e os lipídeos, que saciam a fome e nutrem o organismo".
Enquanto não se chega a um acordo sobre o tema, o melhor é evitar ingerir grandes quantidades de líquido durante o almoço, o jantar ou os lanches. "O mais adequado é se hidratar durante todo o dia, bebendo muita água e sucos naturais, preferencialmente sem açúcar".
Em jornalismo, o CINEMA
Título, Cartaz, material promocional
O filme Love Story - Uma História de Amor 1970, apresenta um título que entrega à pessoa o principal do filme, o romance. Tradução literal, o título em português vem escrito na capa de um livro desenhado no cartaz. As letras são coloridas, verde e vermelho, e foram escritas em caixa alta.
A idéia do cartaz foi criativa, uma vez que utiliza de uma ilustração no título que já dá pistas à pessoa sobre o que será o filme, além de reafirmar o título. A foto do casal também afirma o título, pois, está escurecida e em preto e branco. Localizada no canto esquerdo do cartaz, a foto do casal está em plano americano, da cintura para cima. As cores do filme não comprovam a afirmação de Y. Baticle na qual diz que o drama teria o rosa e o púrpura como cores predominantes.
No canto da direita, a tag-line: “love means never loving to say you´re sorry – amar significa nunca ter que pedir desculpas”, acrescenta ao cartaz o que está por vir no filme. A tag-line é uma frase dita por Jenny quando seu marido Oliver a magoa, e mais ao final do filme ele repete para seu pai que na o se relacionava bem com o filho e a nora. Todo o conteúdo: foto, título, desenho, e cor, conferem ao cartaz a alma do filme, uma história de amor triste na qual o final será mais emocionante ainda.
Além das premiações e curiosidades. Premiações: Oscar de Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado em outras 6 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Ryan O'Neal), Melhor Atriz (Ali MacGraw), Melhor Ator Coadjuvante (John Marley) e Melhor Roteiro Original. Ganhou 5 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Atriz - Drama (Ali MacGraw), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.
Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Ator - Drama (Ryan O'Neal) e Melhor Ator Coadjuvante (JohnMarley). Curiosidades: O autor Erich Segal baseou o personagem Oliver no ator Tommy Lee Jones e no político Al Gore. O ator Tommy Lee Jones aparece nos créditos como Tom Lee Jones. Seguido por A História de Oliver (1978).
Categorias e gêneros
O filme Love Story - Uma História de Amor 1970, é um Romance, Super Clássico. Na categoria ficção o filme entra no subgênero Drama sentimental ao contar a história de Oliver Barrett IV (Ryan O'Neal), um estudante de Direito de Harvard, que conhece Jenny Cavilleri (Ali MacGraw), uma estudante de música de Radcliffe. Na história os dois se envolvem e em seguida decidem se casar. No entanto, Oliver Barrett III (Ray Milland), o pai do jovem, que é um multimilionário, não aceita a união e deserda o filho. Tempos depois, já casados, Jenny não consegue engravidar e, ao fazer alguns exames descobre que ela está muito doente.
O filme respeita a linha designada de romance dramático. As falas e as cenas são típicas de uma história de amor, e em todas as cenas há um tom de que algo ruim está para acontecer. Digo mais, para um romance da década de 1970, Love Story, 1970, lançou uma fala que virou jargão na época: “Amar significa nunca pedir desculpas”. Segundo Luísa de Fátima, 46 anos, essa frase era mania nacional. Ela diz que vários adesivos e cadernos escolares tinham essa frase estampada na capa. O filme também mostra traços da contra cultura, movimento de liberdade e expressão da época. A revolta de Oliver Barrett IV contra seu pai Oliver Barrett III, foi enfatizada no filme. Barrett era de uma família multimilionária, e por isso, deveria se casar com alguém do mesmo nível, segundo a tradição. No filme então, duas visões se confrontam: o tradicionalismo – carregado de preconceito e regras - contra a liberdade – para o amor e direito de escolha.
As técnicas utilizadas no filme Love Story,1970, foram a meu parecer avançadas. Vários recursos de filmagem, ângulos como o plongée e o contra plongée, a panorâmica e o travelling, foram usados nas cenas. O recurso de flashback foi o principal da história. Assim como no filme que ano depois, em 2001, utilizou as mesmas técnicas e roteiro, I Walk to Remember – Um Amor pra Recordar.
Na primeira cena a câmera abre com foco na faculdade de Harward, acompanhada de uma música triste. Em seguida mostra Oliver Barrett IV sentado lembrando-se da amada, e então começa toda a história. Outro ponto interessante do filme é a linguagem. Ambos os personagens usam gírias e palavrões. O vocabulário é coloquial com atitudes e expressões dos jovens da época.
Os efeitos das revoluções que aconteciam no âmbito sócio-político da época também foram bem aparentes nas cenas. O movimento Hippie que pregava uma nova idéia de crença, voltada pro antropocentrismo, foi relatado na cena em que Oliver e Jenny falam para o padrasto de Jenny, Phil, que eles não se casariam em uma igreja católica porque não acreditavam em Deus.
As cenas também passaram adequadamente a personalidade de cada personagem. Oliver era um “filhinho de papai” como a própria Jenny falava. Mas também era muito agressivo, pois não tivera amor de seu pai. Jenny por sua vez, era uma musicista inteligente e reservada. Fechada e de condição bem inferior a de Oliver, ela era considerada pelos rapazes uma garota “osso duro de roer”.
Vamos parar por aqui... ainda tem mais cinco laudas! Mais pra frente coloco sobre a decupagem, ok?
Um pouco sobre o impresso
A imprensa teve que verificar as suas possibilidades, diante da tv e do rádio, pesando as vantagens e desvantagens, para poder aperfeiçoar e ampliar o que lhes fosse favorável, para conseguir vencer a concorrência e sair vitoriosa quando muitos previam que os jornais iriam falir e morrer, com o desenvolvimento do noticiário falado e com imagens movimentadas no vídeo.
Sobre a imprensa a tv apresenta vantagens inigualáveis, é contemporânea de fato; ao invés de simplesmente dizer que tal fato ocorreu de tal maneira, pode mostrá-lo em toda a sua integridade; ela não se limita, por ex, a documentar um acidente na corrida de Le mans e a ilustrar a informação com fotografias; projeta o filme que o registrou; atinge a mais sentidos que a mensagem escrita, mobilizando a audição e a visão do espectador.
É cômoda, não exige qualquer esforço do telespectador, nenhuma imaginação e fornece o retrato de corpo inteiro; exibe a imagem e utiliza-se ainda de texto e som. Atigindo camadas mais vastas da população, a tv chega até aos analfabetos, público sem acesso a livros e jornais, junto dos quais forma opinião. De outra forma surge o jornal símbolo da comunicação escrita. Incapaz de oferecer a notícia de última hora, a notícia em flagrante, que é a grande arma da tv, tende a abandonar o noticiário informativo, limitando-se ao comentário do fato. A notícia chega ao leitor pelo menos 12 horas após ter sido recebida pelo telespectador.
O jornal precisa ser adquirido diariamente.a tv porém é superficial por natureza. O custo de sua transmissão não permite o aprofundamento. Não desce à intimidade das questões, nem permite a recuperação da informação. Deverá ser captada, entendida e fixada em determinado horário e compreendida na ocasião em toda a sua profundidade. Não há o recurso de deixar pra ver mais tarde (o jornal pode ser lido quando e onde o leitor quiser), não há como voltar atrás (reler), rever determinado ponto, conferir determinada informação.
O jornal permite a consulta permanente e a recuperação da informação; a linguagem escrita está fixada (...) A tv mostra o fato com um poder de síntese extraordinário, mas sem capacidade de aprofundamento. Nos países de baixo nível cultural, a imprensa assume o papel de um meio de comunicação de elite, se comparado aos outros meios de comunicação social. Uma vantagem do jornal impresso é que podem aumentar para amplos limites o número de páginas, de acordo com a quantidade de matérias que devem apresentar.
A tv embora consiga reunir as notícias, não oferecerá nunca um bom trabalho. O noticiário que a tv oferece nas últimas horas de suas transmissões é e continuará sendo um estímulo, que excitará o apetite jornalístico do telespectador, que irá procurar os jornais do dia seguinte, para saciar o seu desejo de informar-se. Os meios de comunicação de massa se destinam a informar, a influir (ou persuadir) e a divertir. O fato é levado ao conhecimento do receptor, mostrando-o em seus diversos aspectos ou enfoques e há ainda a preocupação de motivar o leitor (ou ouvinte) a seguir uma recomendação, a comprar um produto ou a ceitar um movimento, campanha ou doutrina. Existe, por fim, o escopo de divertir, através de textos leves e amenos. Assim o jornalismo poderia ser dividido em 4 categorias: informativo, interpretativo, opinativo e diversional.
Resumo do capítulo jornalismo impresso - Técnicas de codificação em jornalismo, Mário L. Erbolato.
Crise fez surgir novas formas de jornalismo, diz acadêmico
Londres, 28 jul (EFE).- A crise econômica fez surgir novas formas de jornalismo que, se não estão em condições de substituir a imprensa tradicional, por outro lado prestam um grande serviço à democracia.
Foi o que disse à Agência Efe Michael Schudson, professor da faculdade de jornalismo da Universidade de Columbia (EUA), que acaba de chegar a Londres para preparar, junto com o ex-diretor do "Washington Post" Leonard Downie, um relatório com recomendações relacionadas ao futuro da imprensa.
"Queremos entrevistar os diretores do jornal 'The Guardian' e da 'BBC', porque temos interesse tanto na fundação sem fins lucrativos que é dona daquele jornal como no caráter público da emissora", disse Schudon, autor de uma coleção de ensaios sobre jornalismo intitulada "Why democracies need um unlovable press" ("Porque democracias precisam de uma imprensa implacável", em tradução livre).
"Nos últimos anos, surgiram nos Estados Unidos várias organizações sem fins lucrativos integradas por um número muito reduzido de repórteres, muitos deles saídos da imprensa tradicional e que se dedicam ao jornalismo investigativo".
Em entrevista à Efe, o professor americano citou especificamente o caso da ProPublica, com sede em Manhattan e dirigida por Paul Steiger, ex-editor do "Wall Street Journal", e Stephen Engelberg, ex-editor do "New York Times".
Fundada em 2007, a produtora de conteúdo surgiu como resposta à crise e à consequente falta de recursos para o jornalismo investigativo.
"O objetivo (da ProPublica) é produzir por ano 30 ou 40 reportagens muito bem apuradas", destacou Schudson.
Há outros veículos, como o "The Voice of San Diego", da Califórnia, que investigam temas de interesse local, como as escolas, o Governo municipal, o meio ambiente e o setor imobiliário. Geralmente, essas publicações são financiadas por empresários filantropos e fundações beneficentes como a Knight Foundation.
O "Chi-Town Daily News", de Chicago, segue o modelo que nos Estados Unidos ficou conhecido como "pro-am", integrado tanto por profissionais como por voluntários amadores.
"É verdade que nenhuma dessas organizações vai conseguir abrir um escritório no Iraque ou no Afeganistão, mas desempenham um papel crucial numa democracia" ao fiscalizarem o Governo local, disse o acadêmico.
Ao mesmo tempo, a crise econômica que a imprensa tradicional enfrenta é tão grande que está obrigando muitos jornais a fecharem suas sucursais em Washington. Agora, muitos desses veículos dependem de agências e de outras grandes publicações, como o "New York Times" e "Los Angeles Times", para noticiar fatos de relevância nacional
No que diz respeito ao noticiário internacional, houve nos EUA um fenômeno muito interessante. Graças à internet, cada vez mais americanos acompanham os fatos do mundo por veículos estrangeiros, sobretudo pela "BBC".
Schudson também diz não ter muita esperança no futuro econômico da imprensa tradicional. Ele apontou como sinal significativo das mudanças em curso o fato de a agência internacional "AP" ter anunciado no fim de semana a implementação de um mecanismo para proteger seu conteúdo da pirataria na internet.
DEFESA DA PROFISSÃO DE JORNALISTA
Cento e cinqüenta parlamentares, entre deputados federais e senadores, já assinaram a proposta de constituição da Frente Parlamentar em Defesa da Profissão de Jornalista, mas é preciso mais. São necessárias 191 assinaturas para oficializar a criação, no Congresso Nacional, da frente suprapartidária que deverá dinamizar a tramitação de projetos que restabeleçam a regulamentação da profissão de jornalista.
Chegou o momento de jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo e apoiadores cobrarem dos parlamentares mineiros o seu posicionamento sobre esta questão. Trinta e seis deputados federais de Minas Gerais, dos mais diversos partidos, ainda não aderiram à Frente Parlamentar. Somente com a adesão do maior número de parlamentares será possível reverter, com a urgência necessária, a decisão do Supremo Tribunal Federal, que acabou com a exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo.
Todos aqueles que defendem a formação e a necessidade do diploma para jornalistas devem entrar em contato com os parlamentarem que ainda não assinaram a proposta da Frente para buscar o apoio à sua criação. Segue uma proposta de texto a ser enviado aos parlamentares:
Caro deputado federal,
No dia 17 de junho de 2009, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal votou contra a exigência de qualquer formação para o exercício da profissão de jornalista, numa equivocada interpretação de que o exercício profissional do Jornalismo fere o direito de expressão. Longe de ameaçar a liberdade de expressão, tal exigência oferece à sociedade garantias mínimas de qualidade da informação e compromisso ético profissional. O que realmente fere a democracia brasileira é deixar nas mãos, exclusivamente, dos donos dos veículos de comunicação o poder de arbitrar sobre quem pode ou não exercer o Jornalismo no Brasil.
A decisão retrógrada do STF derrubou uma conquista de várias décadas, não apenas para os jornalistas, mas principalmente para a sociedade, que tem o direito de receber uma informação qualificada, ética e produzida por um profissional capacitado, com formação específica para exercer o Jornalismo. Sem contar que a sentença que precariza a profissão de jornalista e abre precedente para a desregulamentação de outras categorias profissionais.
Como o STF é a última instância jurídica, cabe ao Congresso Nacional desfazer esse equívoco e restabelecer a exigência de formação específica de nível superior para o exercício profissional do jornalista, como também quer a nossa sociedade, que reagiu imediatamente desaprovando o posicionamento da Corte Suprema brasileira.
Em Brasília, a deputada federal Rebecca Garcia (PP-AM) lançou a Frente Parlamentar em Defesa da Profissão de Jornalista, que já tem a adesão de mais de 150 parlamentares. Queremos contar com a participação de todos os deputados mineiros, entre eles V. Exa.
Nós, jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo e apoiadores da formação superior, vimos reafirmar que a decisão do STF é contrária ao interesse público e solicitar a indispensável participação dos parlamentares para que a Frente seja criada o quanto antes, com o objetivo de dinamizar a tramitação de projetos que restabeleçam a regulamentação da profissão de jornalista.
Texto de Janaina da Mata - Diretora do SJPMG
Campanha pela mobilização do diploma
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais está organizando um Grupo de Trabalho da Regulamentação, que será formado, além da nossa diretoria, por jornalistas e estudantes convidados, que tenham interesse em colaborar com a campanha de regulamentação da profissão de jornalista.
A primeira reunião deverá acontecer hoje, terça-feira, às 18 horas, na biblioteca do SJPMG.
Gostaria de convidá-lo(la) a participar da mobilização pelo reconhecimento do valor social da nossa profissão e pela importância da formação para o exercício do Jornalismo.
Segue, em anexo, uma proposta de texto a ser enviada aos parlamentares mineiros que ainda não aderiram à Frente Parlamentar em Defesa da Profissão de Jornalista.
Contamos com a sua participação,
Janaina da Mata - Diretora do SJPMG
31 8893-1561
Censura camuflada ou não?
A estratégia era fornecer aos jornalistas incentivo que fosse capaz de tornar a mídia brasileira um aliado simpatizante do governo. Entre os incentivos políticos e econômicos tínhamos subsídios para as empresas de comunicação, descontos em tarifas aéreas, isenção de impostos, investimento no jornalismo econômico e internacional, etc.
Durante a ditadura, ocorreram vários acontecimentos de torturas, exílio e morte de políticos opositores - até mesmo jornalistas.
Eram inúmeros os crimes políticos, a tortura e o desaparecimento de pessoas, a fome e a repressão em todas as áreas da sociedade.
Agora vamos pensar nos dias de hoje. A imprensa é chamada de cidadã, tem como objetivo denunciar, provocar melhorias e evitar que outro golpe político aconteça. Em nossas casas chegam notícias de crimes políticos, homicídios, assaltos, problemas sociais e muito mais. Vemos uma imprensa ousada, que dá um show de cobertura, mostra todos os detalhes, entrevista vítimas e acusados e luta para sobreviver diante de mudanças sociais, tecnológicas e políticas. Aparentemente não conseguimos enxergar onde está a censura, não é mesmo? Ela ainda é encoberta com incentivo ilegal, suborno, ameaças e mortes. O que pode ter mudado um pouco é que tais ameaças nem sempre partem de políticos, mas, de traficantes, donos de terra e pessoas estejam “encrencadas” e não queiram ser pegas. Ainda temos que enfrentar políticos que apelam para a desvalorização da profissão com a abolição da obrigatoriedade do diploma. Vejam bem, as coisas acontecem “entre linhas”. Todos sabem que existem várias pessoas atuando na mídia sem serem formados em jornalismo e isso nunca fez alguma diferença. Sabemos, também, que a mídia incomoda muito corruptos e “artistas” desse grande picadeiro. Por isso, entre linhas percebemos uma repressão de maneira oposta à da ditadura. Se na década de 1960 a imprensa possuía incentivos do governo, hoje, temos o oposto, porque será? Mudaram os motivos, ou ainda são os mesmos?
Primeira Cobertura
Espero que corra tudo bem, vamos entrevistar um dos chefs e relatar os principais acontecimentos do festival de comida tailandesa.
Deixo o nervosismo de lado, porque quando gravei meus primeiros vídeos tive um pequeno problema com a tremedeira e o vermelhão no pescoço. Quando fico nervosa sinto meu rosto, pescoço e peito queimarem. No dia, fui com uma blusa branca que tinha um corte em V bem na região do pescoço e mostrou tudo no vídeo.
Para meu desespero maior, os videos deveriam ser gravados sem pausas. Ou seja, toda a vez que eu errava tinhamos que gravar tudo novamente. Mas foi bom, valeu bastante para um primeiro trabalho de TV. Até o câmera falou que para a primeira vez fui muito bem. Bom demais então, não é?
Mas é isso aí, estou na espectativa de um bom texto e de uma boa experiência para colocar no currículo. Aguardem o próximo texto falando sobre o evento e a lição que tirei, ok?
Um alívio e tanto meus companheiros
Para minha alegria e grande alívio a maioria é relevante e interessante segundo a senhorita Mariana Marcial.
Eu tinha certeza que o “pavor” de ser uma pauteira logo passaria, bastava somente ser aprovada e receber uma palavra de incentivo. Normal, quem não fica empolgado quando é incentivado? Ninguém.
Mas é isso aí pessoal, mais uma experiência vivida e mais um obstáculo vencido nessa caminhada que tem o jornalismo.
Mais pra frente adianto que virão novidades, ainda não posso dizer o quê ao certo. Estou dependendo de reuniões e vontades de uma hierarquia com mais poder do que eu. Mas de uma coisa eu sei, “o melhor de Deus ainda está por vir” como diz um grande cantor de música gospel Kléber Lucas.
Para quem não estava suportando a idéia de fazer pautas, até que eu estou bem empolgada com o que vem por aí.
Presente poético
Saia justa? solta um ponto
A assessoria, então, mandou as respostas e quando fui lê-las percebi que quem respondeu não foi ele e sim a própria assessoria. Então minha chefe ligou para eles e pediu que fosse uma entrevista particulamente com o chef.
Pegamos o telefone do homem e ao ligar para ele, pedi para que fosse por e-mail a entrevista, pois, as respostas seriam um pouco longas.
Foi então que ele disse que prefiria por telefone. Então tá, topei porque, afinal de contas, chef de cozinha trabalha muito e ele não era uma exceção.
Começei a entrevista. Fiz a primeira pergunta, que por sinal era para ele falar sobre a história de vida e sua resposta foi bem direta do tipo´"É eu sofri muito", e só.
Beleza, continuei com as outras perguntas e querido, a entrevista só foi de mau a pior.
Foi então que começei a colocar palavras em sua boca para ver se andava, mas, não houve melhoras. Conclusão, não sei porque, mas, tive a ligeira impressão de que, talvez, ele era analfabeto. Bem, mas isso não me diz respeito, e, por isso, como todo jornalista contador de histórias, entrou em cena a criação e o poder das palavras para formar uma linda história de superação e honra. Isso tudo sem que fosse inventada uma situação, somente com as poucas palavras do chef e um release contando um pouco de sua história, produzi o texto.
É nessas horas que eu valorizo mais ainda esse estágio.
Pauteira
Estou passando pela difícil experiência de produzir pautas. Estou aprendendo, isso é sem dúvida, mas, posso dizer que é complicado.
Mas é por isso que na TV as reuniões de pautas envolve três, quatro ou mais pessoas.
Em determinados veículos encontramos o pauteiro, jornalista que trabalha especificamente na criação de temas para matérias. Mas, até mesmo ele tem que apresentar suas idéias na reunião para ser decido o que vai entrar e o que vai sair.
É por isso que o ditado reza "duas cabeças pensa melhor do que uma". Produção de pauta para veículos grandes, como as emissoras de TV, é fichinha. Eles mal têm problema com tema para apuração. Chove cartas, denúncias, sugestões e profissionais ligados ao assunto. Mas para veículos menores, com pouca visibilidade e recursos eu digo que a história é outra.
Aí que entra a importância de estabelecer contato e ampliar os conhecimentos e as relações em diversas áreas da sociedade. É assim que aumenta-se o poder de divulgação, a possibilidade de conseguir um furo e a capacidade de produzir com criatividade e tranquilidade inúmeras pautas.
Bem, estou nesse exato momento tentando passar de sete para oito pautas elaboradas, enquanto isso, milhoes de temas estão sendo abordados, criados e divulgados pelas inúmeras empresas de comunicação diztribuídas em impressos, canais audio-visuais, torpedos, etc, etc.
Bom chefe, momento de reconhecimento
Na redação da Revista Gourmet Vitual é assim, dias antes de lançar a próxima edição já estamos trabalhando nas próximas edições. Com bastante calma e tranquilidade as pautas são desenvolvidas, e, mesmo com a demora de certos e-mails, a situação é de total controle que abre espaço para inúmeras criatividades.
O bom de pegar um bom chefe é que você absorve tudo que ele te passa, pois, não ele não fica de amarrassão. Minhas futuras pautas pedem um pouco de experiência. Serão entrevistas com pessoas importantes e por isso acompanharei minha chefe para observar e adquirir conceitos e habilidades importantes para uma entrevista desse porte.
Mais para frente te conto como foi a experiência e o que aprendi ok?
Antes de entrar para um estágio aconselho você que ore e peça a Deus para colocar um chefe bom igual a jornalista Mariana Marcial, minha chefe.
Histórias emocionantes

Mesmo com alguns pontos negativos, como os carões que levamos de pessoas mal educadas, existem pontos relevantemente positivos como vivenciar e acompanhar ou até mesmo conhecer histórias de vida emocionantes.
Entrevistei ontem um chef nordestino que mudou quando era garoto para São Paulo. Sua história de vida é emocionante e animadora. Muito pobre, ele lutou na vida. Começou a trabalhar de caixa, ficou desempregado por um tempo, foi anunciante de compra e venda de ouro nas praças até entrar como lavador de louça em um restaurante.
O resto da história dele será publicado na Revista Gourmet Virtual da semana que vem. Mas, o que quero passar para você, caro leitor, é que não tem nada mais satisfatório do que poder descrever histórias emocionantes. Para isso, é necessário um talento singular para transmitir a mensagem. Talento esse que todo o jornalista, quando entra na faculdade descobre que tem e tem mesmo.
É claro que todo mundo que tem a capacidade de contar histórias pode ser jornalista. Mas um bom jornalista é aquele que se destaca na hora de contá-la. Entende? É necessário mais que contar a história, temos que interpretá-la. Senti-la correndo no sangue, pelo corpo, pulsando no coração e brilhando nos olhos. Afinal, todos temos um pouco de poeta, artista e intérprete pois lidamos com a popularidade e nosso instrumento de trabalho são os veículos de aproximação entre os homens.
Crédito da foto: montagem de divulgações
A era da Convergência Midiática
Você sabia que está participando de uma nova era na comunicação brasileira? É isso mesmo, estamos em plena época de mudanças na forma de fazer comunicação. Chamada de Convergência Midiática essa tendência é realidade em todos os veículos de comunicação existentes.Ciência confronta a própria ciência

Leitura e café, o romance cultural

Cara de pau!
Para uma pauta sobre a democratização do pão tive que entrevistar um historiador. O objetivo era que ele falasse brevemente sobre a história do pão. Claro que para responder a esse objetivo é necessário escrever um texto. Mas eu gostaria somente de uma frase ou parágrafo que tivesse uma informação de tempo e a causa do surgimento, então, enviei as seguintes perguntas:
1. Fale um pouco sobre o surgimento do pão e sua época. (poderia falar que o pão surgiu quando o homem descobriu os grãos há x anos quando)
2. Fale brevemente sobre a tradição do pão na cultura brasileira. (aqui ele poderia falar que o pão está na mesa de todo o brasileiro há x anos, por exemplo)
3. Se quiser comentar algo que intitule necessário para a matéria esteja a vontade. (qualquer dado histórico)
Expliquei no e-mail que poderia ser pequeno, nada muito aprofundado até porque, gostaria que fosse citações mesmo para ter uma fonte. Mas minha gente, levei carão. O historiador me xingou e disse que sentiu que era mais pra ele fazer o texto pra mim. Disse repetidas vezes que parecia que era pra ele fazer a matéria pra mim e que não entendeu isso.
Engoli o sapo e falei que ía reformular as perguntas e desliguei o telefone,
Pra ele eu sou o quê?? Cara de pau...
E ele pra mim é o quÊ?? Deixa pra lá, é uma fonte importante no meu trabalho.
Um pouco de Jornalismo Cidadão
"A imprensa tem por função dar visibilidade à 'coisa pública' e a visibilidade é condição da democracia", trecho do artigo, Jornalismo Cidadão, Alzira Alves.Tal confronto aumenta o poder de persuasão dos jornais e diminui o poder de influência dos políticos que são obrigados a atentar para medidas e reformas de melhorias na sociedade, uma vez que, o leitor do jornal "Fulano" enviou uma denúncia de descaso público. Então, essa notícia foi ao ar, ou foi públicado nas primeiras páginas do diário, e as milhares de cópias vendidas com a denúncia foram para a casa de milhares de eleitores daquele político responsável pelo descaso.
Ao se comprometer com a população, a imprensa no Brasil, aderiu ao novo ideal de fazer jornalístico, isso porque, de volta ao regime democrático, o país se libertava de uma repressão que atingiu todos os setores inclusive a imprensa. Logo, era de interesse dos jornais a nova linha editorial, com ênfase em mostrar a fidelidade e o comprometimento com a verdade, para que nunca mais ocorra um golpe como o vivido na década de 60 pelos brasileiros.Mas não era só por causa do golpe que esse novo jornalismo cresceu e ganhou espaço na sociedade brasileira. Já era uma tendência social os Direitos Humanos e valorização do cidadão. A mídia, então, percebeu que uma boa forma de ter respeito e credibilidade seria mostrar o seu respeito ao cidadão e seu comprometimento com o público brasileiro. Por isso, a Tv e o Rádio aderiram programas de denúncias e investigação, além de quadros como do telefone, e-mail e carta do telespectador reivindicando e expondo sua opinião. Afinal, o público é o responsável pelo sucesso e visibilidade de um programa e/ou emissora e isso o Jornalismo Cidadão viu no momento certo.
Qual é o seu Deadline??

Corre meu querido, porque prazo é prazo.
Na redação chamamos de Deadline. Começou nos EUA na década de 80, quando o jornalismo tornou-se Cidadão. O termo usado é Public-Journalism, no qual o jornalista e o jornal se comprometem em orientar o seu público. Seja em questões da visinhança - tudo o que se passa na região do leitor, como em questões de saúde e beleza.
Ao chegar no Brasil, o Jornalismo-Cidadão de cara enfrentou várias mudanças que ocorriam principalmente na política. O fim da Ditadura Militar e o movimento das Diretas Já, serviram de palco para o novo perfil entrar em cena.
Foi então que as redações mudaram. Passaram a adotar um maior número de informações em menor tempo. Reformulou o design das páginas e acrescentou temas e cadernos para as edições.
A tv passou a fidelizar suas coberturas, com mais jornalistas e câmeras para cobrir os casos nas ruas e aumentou a apuração de denúncias e escândalos políticos e sociais.
Sobre o jornalismo investigativo conto em um próximo texto, ok?
Hoje, as matérias continuam sendo cidadãs. As pautas e seus respectivos textos são para se familiarizar com o leitor. O brasileiro é o público dos jornais que se encontram no Brasil, por isso, temas como política, sociedade e futebol são bem particulares e peculiares do nosso país.
Sendo assim, temos uma popularização dos meios de comunicação para que o maior número de brasileiros seja alcançado pela mídia.
A Convergência Midiática é outra peça chave para essa popularização, nela uma mídia divulga a outra. É muito comum, hoje, você assistir um programa na Globo e sempre ver no final da programação o apresentador dizer: "Acesse nosso site", ou "Mais detalhes desse acontecimento você confere na nossa página na internet" e por aí vai.
Mais pra frente também explico o motivo dessa Convergência, ok?
Esse crescimento possibilitou uma coisa: A GRANDE COMPETIÇÃO ENTRE EMISSORAS E EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO. Como consequência, um Deadline curtíssimo, para que haja sempre um furo, ou mesmo uma vantagem de novidades em notícias e imagens que garantem o melhor Ibope e reconhecimento por parte do público.
No meu estágio, sempre quando realizo entrevistas por e-mail, as assessorias perguntam: "Qual é o seu Deadline?". O prazo costuma ser de uma semana no máximo. Isso porque as pautas e o trabalho realizado permitem. Mas, em emissoras de tv e rádio e impressos maiores, a história já é outra. Porque o próprio público é exigente.
Créditos da foto: publicação
Entrevista com o chef André Bocatto no Gourmet Virtual
o chef revela seus hábitos, prazeres e de maneira bem descontraída ele conta sobre seu dia a dia.
"O neto de italianos que começou como fotógrafo e jornalista, é hoje referência na Gastronomia brasileira", trecho da matéria.
Para quem ainda não conhece a revista eu recomendo. Não só por que eu escrevo pra ela não, mas, por que todas as matérias são feitas na íntegra e estão fresquinhas para os amantes, simpatizantes e profissionais da Gastronomia.
A Revista está em sua 5a edição e de cara nova, traz fotos e entrevistas com os mais renomados chefs do país. O chef André Bocatto faz, ainda, uma revelação de última mão!
Confira o que é no site: http://www.revistagourmetvirtual.com.br
E mande suas sugestões e elogios!!
créditos da foto: Revista Gourmet Virtual
Produção Jornalística do Gourmet Virtual no blog.
Entrevista na rua
Certa vez tive uma pauta sobre Consumo de líquido durante as refeições e fui às ruas para saber das pessoas se elas ingeriam líquidos junto com a comida. Comecei com duas senhoras em uma praçinha. Ambas responderam que nunca consumiram líquido durante as refeições. Daí começaram as explicações.
A primeira senhora, a principio muito suspeita, alegou que dava barriga e que lia muito sobre o assunto. Já no final da conversa, mais à vontade, ela alegou que tinha problema de refluxo. Ainda me respondeu que consumia meia hora antes ou depois do alimento, um copo de suco natural.
A outra senhora, seca, disse: "Não minha filha, nunca bebi". Então eu perguntei: "Nem durante o lanche?" Ela intimidada pela abordagem disse que não porque desde criança foi educada assim. E foi embora.
Depois fui para uma lanchonete, comi alguma coisa, dei sorrisos para a garçonete, esperei ela atender algumas pessoas e na hora de pagar aproveitei a situação e disse: “Eu queria ainda te entrevistar pode?". A mulher então deu um grito para a outra e exclamou: "fulana, tô ficando chick bem!Vou dar até entrevista".
Então eu expliquei sobre o que se tratava a matéria e perguntei se ela ingeria líquido durante as refeições. A mulher, com uma cara de decepcionada olhou pra mim e disse: "Não bebo nada! Sinto que fico cheia rápido". Percebi que a estratégia não deu certo! Paguei e fui embora. Nesse caso, o problema é que ela não me conhecia, não conhecia o veículo para o qual trabalho e sabia que não seria filmada ou teria uma foto sua exposta!
Enfim, percebi que as pessoas já não dão muita moral para jornalistas principiantes, será que vão dar para quem não tem nem o status: Estudante de jornalismo? Ou mesmo Jornalista graduado? Como ficará a moral dos profissionais de veículos de comunicação?
Ajude uma Missão

A melhor forma de demonstrar bondade e misericórdia é ajudar. É por isso, que estou divulgando este casal.
Empenhados na missão de levar vida e amor à Moçambique, Wanderley e Rosária estão há 13 anos no País. Com eles, melhorias tornaram-se possíveis e a esperança renasceu nos corações dos moçambicanos.
"Durante esses 13 anos que nos estamos aqui em Moçambique, temos nos dedicado muito a area de ensino biblico, para formacao de lideres, obreiros e professores de escola dominical. Temos ensinado em seminarios biblico teologico e em igrejas", conta Wanderley no blog família da silva.
Profissionalismo em todas as mídias

Me lembro bem quando estava no terceiro ano do ensino médio e, certo dia, numa gincana do colégio a prova era ir fantasiada da profissão que eu queria exercer.
Com o instinto jornalístico pulando dentro do peito, logo peguei a câmera antiga do meu pai e um microfone velho que vinha acoplado nela. Daí pensei: "Oba, quando eu formar vou entrar na TV".
Todo mundo amou a performance, muitos ainda me empolgaram ao falar que eu tinha "cara" de jornalista. E alguns mais chegados: "Daqui a pouco veremos ela na Globo apresentando o Jornal Nacional". Amém! Assim quero eu ficar. Mas descobri ao longo desses um ano e meio de faculdade, que podemos começar de "baixo" que ainda assim estamos lá.
Estou na mídia internet, e ao contrário do que eu pensava, estou gostando. Não que a mídia seja insignificante para mim, não mesmo, até porquê é a que mais cresce nesses tempos de convergência midiática (atenção para esse conceito). Só não era onde pensei que estaria.
O interessante é que aqui, no meu estágio, estou descobrindo cada tarde quando sento na cadeira e me deparo com meus instrumentos de trabalho, o quanto nasci para uma coisa: INFORMAR. E não importa a partir de qual mídia estarei fazendo isso, farei com a mesma responsabilidade e amor.
Aliás, amo a idéia de experimentar as outras, por que não migrar para um impresso? Meu próximo estágio quero fazer numa rádio e satisfazer meu objetivos profissionais bem como os pessoais.
É pessoal, para uma menina que sonhava [ e ainda sonha] embarcar nas telinhas da Rede Globo, desenvolver suas técnicas, aprendidas na sala de aula, em uma mídia diferente de suas afeições faz parte da realidade do mercado de trabalho. Para completar, estou fazendo matérias de gastronomia, turismo e TI areas totalmente diferenciadas. Estou amando!
E para os futuros universitários vai uma palavra, agarrem todas as oportunidades de estágios que aparecerem pois, é um tempo de aperfeiçoar as técnicas e absorver outras que somente a experiência empírica pode proporcionar.
Esse texto também tem o objetivo de lembrar o porquê da importância de um diploma!
Obrigada!
Stephanie Zanandrais