metamorfose




a moda agora é twittar, é ter o seu espaço para falar, informar e se mostrar.
a convergência agora mudou o olhar e o que é noticioso.
muda o formato, muda o jornalista, muda as técnicas.
mas a essência é a mesma.
seja rápido, seja direto.
mostre o que é real.
ou só o seu recorte.
SZ

DESABAFO

Quarta- feira eu e mais duas meninas do meu grupo fizemos uma visita à RedeTvMinas!. O objetivo do trabalho foi mostrar como trabalhavam os jornalistas, editores e como é produzido o Jornal Notícia de Minas.
No 10º andar de um prédio na Afonso Pena, a RedeTv!Minas está muito bem instalada, apesar da pequena equipe que a compõe, a tecnologia e a organização do trabalho cooperam para uma estrutura que nos pareceu ser ótima.
O que não nos animou nem um pouco, foi saber que além de não abrirem oportunidades de estágio, a maioria dos profissionais da Tv não estão felizes com o trabalho. A editora por exemplo, nos disse que ainda havia tempo de abandonarmos o curso de Jornalismo para melhorarmos de vida. A produtora disse que trabalha em dois lugares para ter um salário melhor e a realidade dos outros profissionais também passou esse desânimo.
Mas a única que nos encorajou a não desistir e a confiar foi a jornalista e apresentadora Estefânia Farias. Mas, sei bem porquê ela me encorajou, a fé que ela tem em Deus e o sonho de conquistar o seu espaço fazem com que ela se destaque no ambiente de trabalho.
O que vejo é que o jornalismo precisa de mais pessoas que encorajam os estudantes a confiarem e a lutarem pelos seus sonhos. Afinal de contas, sabemos que o jornalismo é esse mix de fantasia, realidade e entretenimento. Sabemos também, que nossa subjetividade interfere nos fatos e nossa pessoa é alvo de críticas e atenção pelos receptores da notícia.
Ainda bem que temos alguém como a Estefânia que será bem sucedida por onde passar e fará a diferença e é por isso que passo a me inspirar nela.
Está na hora de levantarem jornalistas que inspirem mais a classe.

Serviço

5° Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística
Divulgação

Estão abertas as inscrições para o V Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística. Como nas edições anteriores, o mote do concurso é: “Imprensa e sociedade aliadas no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes”.
Podem participar repórteres, editores e chefes de reportagem de diferentes tipos de veículos (impresso, rádio, televisão, web e veículos comunitários ou alternativos), além de estudantes e professores de cursos de comunicação. Interessados deverão se inscrever até o dia 29 de janeiro de 2010.
Diferente de outras iniciativas na área do jornalismo, o Concurso Tim Lopes não premia reportagens já veiculadas. O projeto seleciona as melhores propostas de reportagem sobre o problema da violência sexual contra crianças e adolescentes, e oferece um apoio técnico e financeiro para sua realização. Ao final, os participantes recebem também um prêmio de R$ 3 mil.
Os jornalistas que tiverem seus projetos selecionados pela comissão julgadora (formada por especialistas na temática da violência sexual e profissionais de comunicação) receberão uma bolsa de apoio para o desenvolvimento das reportagens, de acordo com a natureza do veículo no qual atuam (ver valores abaixo).

Bolsas de Incentivo à produção por categoria
Mídia Impressa R$ 10.500,00
Rádio R$ 10.500,00
TV R$ 16.000,00
Mídia Alternativa R$ 10.500,00
Especial R$ 10.500,00 ou R$ 16.000,00*
* De acordo com o tipo de veículo vencedor: R$ 10.500,00 para Rádio, Mídia Impressa e Mídia Alternativa; e R$ 16.000,00 para TV.

O vencedor de cada categoria recebe ainda o prêmio de R$ 3.000,00, após a veiculação da reportagem. Em caso de inscrição conjunta, a forma de divisão desse valor fica a cargo dos participantes.
É importante ressaltar que, além do incentivo financeiro, o Concurso Tim Lopes também oferece o apoio de consultores especializados no tema, que ficam à disposição dos jornalistas para tirar dúvidas e orientar os profissionais durante a coleta de informações e produção das matérias.

Como participar?

Os jornalistas, professores e estudantes interessados devem inscrever seus projetos por meio de um formulário específico que está disponível no site http://www.andi.org.br/timlopes. Eles devem apresentar sua Proposta de Pauta de forma detalhada, apresentando: justificativa, roteiro de produção da matéria ou série de reportagens, fontes de informação que serão ouvidas, previsão dos gastos que serão realizados (estimativa), entre outras informações. No site também está disponível o Regulamento completo do concurso.

Novidade

Em sua 5ª edição, o Concurso traz uma grande novidade: a criação de categorias voltadas à participação de jornalistas que atuam em veículos de comunicação de países vizinhos.Em sua versão regional, o Concurso conta com o apoio das organizações que integram a Rede ANDI América Latina na Argentina (Periodismo Social), no Paraguai (Global Infância) e no Uruguai (El Abrojo).
O Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística é uma iniciativa da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), da Childhood Brasil (Instituto WCF) e da Save The Children Suécia e conta com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O projeto é uma homenagem ao jornalista Tim Lopes, que foi assassinado por traficantes de drogas enquanto investigava casos de exploração sexual de adolescentes, em uma favela do Rio de Janeiro.

O pão nosso de cada dia

Ele é o companheiro de cada cafezinho servido na mesa do brasileiro

por Stephanie Zanandrais


“Vocês já ouviram o pão cantar? O canto do pão acontece no momento mágico e único em que ele sai do forno. A casca dourada e pelando de quente parece querer estourar de tão esticada. Ela se dilata, crepita e, em alguns segundos, se estilhaça toda, como se fosse de cristal”, trecho do livro Padaria em Casa, Oliver Anquier, editora Caras.
O pão surgiu com a descoberta dos grãos e do fermento pelos egípcios. Sempre esteve ligado à vida do homem tanto na culinária quanto na política, religião, arte e na cultura. “O pão foi criado na mesopotâmia a partir do cultivo do trigo há 6 mil anos. Como a agricultura surgiu na mesopotâmia, os historiadores acreditam que os primeiros pães foram produzidos por esta civilização”, explica a professora de história Raquel Peres.
Acompanhando os processos de industrialização na humanidade, o pão foi aperfeiçoado ao longo do tempo. “A receita do pão evoluiu no sentido de tornar o processo mais rápido. Técnicas de amassamento, processamento de ingredientes e evolução de equipamentos transformaram a panificação de antiga e artesanal para industrial”, afirma o Chef, Luiz Alberto Abrantes da confeitaria e delicatessen, Talho Capixaba.
As técnicas foram sendo inovadas com o surgimento de máquinas confeiteiras e novos condimentos foram aderidos na produção da massa e do recheio. Segundo Ricardo Jucá, gerente de Marketing da J.Macêdo, empresa atuante no segmento de farinhas de trigo e responsável pela marca Dona Benta, a mistura para pão caseiro é um produto desenvolvido para auxiliar as donas de casa no preparo de pão com praticidade e sem perder o gosto de receita feita em casa. “Para prepará-lo, basta acrescentar água e fermento biológico seco à sua formulação e levar ao forno. O resultado é um pão fofinho e muito saboroso”, afirma o gerente.
As evoluções aconteceram tanto no processo de produção quanto nos condimentos utilizados como o fermento, que antes era natural e hoje pode ser comprado em tabletes ou em pó. “Hoje os pães são feitos à base de chá, ervas, e uma infinidade de grãos e farinhas, inclusive farinhas sem glúten”, conta o Chef Luiz Alberto.
A delicatessen Talho Capixaba apresenta uma variedade de pães desde o tradicional francês até os elaborados com massa folhada, de recheios doces e salgados. Segundo Luiz Alberto, os Pães gourmet são aqueles elaborados a partir de um processo especial que reúne a alta qualidade dos ingredientes, além da fermentação ideal, e um bom forneiro.
Conheça as variedade da Talho Capixaba, acesse: http://www.talhocapixaba.com.br/
matéria veiculada pela revista gourmet virtual de autoria minha.

CHOCOLATE: o bem e o mal

conheça os dois lados do doce mais consumido pelos brasileiros segundo o IBOPE


Karine Figueiredo e
Stephanie Zanandrais


Chocolate preto ou branco, em pó ou em barra, amargo e meio amargo. Chocolate com avelã, com morango ou uva passas. Não importa qual tipo, o chocolate é um dos doces mais consumidos pelo brasileiro, segundo o IBOPE de 2008.
Os dados da pesquisa revelam que 67% dos brasileiros afirmam consumir habitualmente vários tipos de chocolate, e em média são consumidas 10 unidades por semana.
Nas casas, restaurantes e padarias, o chocolate, também, é encontrado em bolos, tortas, fondues, caldas, biscoitos e muitos mais. Mas, você já pensou que ele envolve dúvidas e mitos? E que o consumo não pode ser exagerado?
A nutricionista Mariana Braga, do Instituto Nutrício, de Belo Horizonte, explica que o chocolate auxilia na prevenção do câncer e ainda no envelhecimento precoce. ‘’O chocolate, principalmente o amargo, é rico em antioxidantes, substâncias que sãocapazes de diminuir os danos causados pelos radicais livres’’, acrescenta.
Mas, por outro lado, a especialista explica que o consumo não deve ser exagerado. ‘’Por ser rico em cafeína não deve ter o consumo exagerado, especialmente para quem tem refluxo e gastrite. “Esse doce também é um alimento muito calórico, deve ter consumo moderado em pessoas com excesso de peso”. A estudante Estela Santiago, de 21 anos, gosta das trufas de maracujá, ela afirma que o chocolate traz uma sensação de prazer. Mas a preocupação de Estela é o que preocupa muitas mulheres. “Além de ter muita gordura um chocolate comum tem, em média, 130 calorias, o que equivale se eu tivesse comendo um sanduíche, que sustenta muito mais’’, relata. A nutricionista Mariana ainda acredita que não existe uma explicação definida que comprove que as mulheres comem mais chocolate do que os homens. “Tal fato pode ser explicado devido às oscilações hormonais que ocorrem nas mulheres”, afirma a especialista.
Para o cinegrafista Alessandro Meneses, 21, o fato da mulher ou o homem comer mais chocolate está ligado às fases da vida, “se você está alegre tende a comer mais”, conta. Fernando Sobroza é proprietário de três lojas da Cacau Show em Belo Horizonte. ‘’Cerca de 70% dos nossos clientes são mulheres. Os outros 30% são homens, que eu acredito que compram para as mulheres. Parece que o organismo feminino é mais suscetível ao chocolate. ’’ Fernando ainda explica que uma loja vende, em média, 700 quilos de chocolate por mês, o que equivale a cerca de 40 mil reais.
Além disso, “o chocolate está presente em todas as festas que o Buffet Sonho de Criança organiza”, afirma Clara Capanema, doceira e organizadora do Buffet em Belo Horizonte. Segundo ela, em todas as festas o brigadeiro é o principal docinho da mesa “geralmente os clientes optam pelo chocolate ao leite. O branco não tem tanta aceitação quanto”.
Em média, são feitos 150 brigadeiros por festa. “o dobro da produção de doces que não levam o chocolate”, afirma Clara.

Chocolate diet e light



Uma questão que provoca muitas dúvidas nos consumidores é a respeito do chocolate light e diet. A especialista Mariana Braga afirma que o tipo light costuma ser menos calórico, porque há uma redução de gordura. ‘’Já o chocolate diet foi criado para o diabético, por isso é isento de açúcar’’.
Mas em compensação, Mariana alerta pelo fato de algumas marcas conterem maior quantidade de gordura, o que pode fazer com que o valor calórico do produto fique mais alto. Estela acredita que mesmo o chocolate diet tendo menos calorias, não deve ser consumido constantemente. ‘’Não é porque o tipo diet tem menos calorias que o comum que se deve comer sempre. Sempre controlo o consumo, porque são calorias significativas. ’’

O vício pelo chocolate


Os chamados ‘’chocólatras’’ se dizem viciados no doce. Mas, será que realmente ele é viciante? Uma reportagem publicada na revista Istoé, em 1996, relata bem o se o chocolate pode ser um mal ou não. A revista mostrou que segundo pesquisadores do Instituto de Neurociências de San Diego, nos Estados Unidos, o chocolate contém um tipo de lipídio (gordura) chamado anandamina, que causaria em seus apreciadores o mesmo efeito das substâncias presentes na maconha. "O chocolate é mais que um alimento, mas menos que uma droga", explicou o pesquisador Danielle Piomelli.
‘’Quando estou de TPM e muito ansiosa, logo como um chocolate que eu fico melhor’’. Essas foram as palavras da estudante Estela Santiago a respeito se o chocolate controla a ansiedade. A nutricionista Mariana Braga ressalta que o chocolate estimula a liberação hipotalâmica da serotonina, hormônio que alivia a ansiedade e a depressão da TPM. Mas outras reações já apareceram ao se ingerir um chocolate, como é o caso das alergias. ‘’Alguns alimentos são popularmente conhecidos como ‘quentes’ por serem ricos em substânciascomo cafeína e outros agentes, como é o caso do chocolate. Algumas pessoas têm certa intolerância, podendo ter urticárias como consumo elevado. ‘’

O chocolate e a acne

Um tema bastante complexo e muito discutido é se o chocolate causa acne. Alguns estudos novos demonstraram que, de certa forma o chocolate está envolvido com a acne realmente. ‘’Por ser um alimento rico em gordura, o chocolate consumido em excesso pode ocasionar o problema das acnes’’, acrescenta Mariana.

O poder afrodisíaco do chocolate
A cantora Flávia Silvestre, de 29 anos, está noiva. Segundo ela, quase todos os dias o noivo a presenteia com um chocolate. “É muito romântico, eu amo ganhar”.
A nutricionista Mariana explica que quando uma pessoa sente-se apaixonada, há a liberação de hormônios. ‘’O chocolate estimula a liberação da feniletilamina, substância que tem sido associada há algum tempo ao sentir-se apaixonado. ’’
Sabendo disso, no último dia dos namorados a Cacau Show lançou um Kit afrodisíaco, que claro, leva o chocolate em sua composição. O kit Choco Terapia é composto de um tubo de creme de chocolate nos sabores menta ou pimenta, “um delicioso Creme de Chocolate feito exclusivamente para massagear e saborear”, afirma assessoria em nota.
Segundo Fernando Sobroza, proprietário de três lojas em Belo Horizonte, o produto é um sucesso de vendas.
créditos das fotos: Karine Figueiredo e Cacau Show

"Ritual Massacre Machista"

Um ritual primitivo em país de primeiro mundo.


A Dinamarca é um país rico, faz parte da UE (União Européia) e possui dados e estatísticas que exaltam o país, como o índice de alfabetização de 99,9%. São 5, 5 milhões de habitantes para 43 094 km² de superfície total.
A capital Copenhaga é a mais populosa, sendo que 85% da população vive nos centros urbanos e o nível social é de primeiro mundo. A cultura e a religião dinamarquesa tem origem luterana e a expectativa de vida para homens e mulheres está em torno dos 80 anos.
Mesmo com desenvolvimento constante e sucesso nas exportações, o país possui costumes antigos, uma vez que é datado do século VII de ascendência escandinava entre outros.
Ano após ano, jovens dinamarqueses participam de um ritual de passagem para a vida adulta. O ritual acontece na Ilha Feroe e consiste em caçar golfinhos Calderon. Os golfinhos calderon são inteligentes e se aproximam do homem para brincar inocentemente.
O alarmante é que a matança tem a finalidade de divertir e “tornar” os jovens dinamarqueses “homens”. A denúncia deve ser conhecida pelo maior número de pessoas, por isso, divulgue essa crueldade para que intervenções maiores e diplomatas entrem em ação.


Confira algumas imagens do "Ritual Massacre Machista" com créditos de lail-alsahara.com.



Denúncia por e-mail sobre o massacre na Ilha de Feroe

Projeto de Ação Social

Em tempos de constante mudança, o jornalismo abre portas para novas facetas e experiências.





A mais nova matéria que o curso de Jornalismo do Uni-bh adicionou à sua grade, esse semestre, tem causado certa polêmica. Na verdade, a maioria dos cursos no centro universitário aderiram à ideia. Consiste no desenvolvimento de um projeto cuja finalidade é ser uma ação social.

Segundo a coordenadora do curso de Jornalismo Lorena Tarcia, a disciplina tem parceria com a prefeitura de Bh e a ideia vem para inovar a qualidade e expectativas dos alunos depois de uma "maré" de notícias ruins como a questão do diploma.

Lorena afirma ainda que os novos mantenedores do Uni, o grupo Anima, adotaram novas ideias como a implantação deste novo curso, com a finalidade de inovar e responder de maneira positiva às sugestões e reclamações dos alunos.

O Projeto do quarto período de Jornalismo é destinado aos alunos da Escola Municipal Silviano Brandão. Meu grupo, ficou responsável por um trabalho batizado de "Olhar Registrado". Nele os alunos têm a oportunidade de tirar fotos de lugares que mais gostam da escola para, juntamente com um pequeno texto, exporem suas opiniões sobre a escola sejam elas positivas ou negativas.

O projeto começou mês passado e a previsão de término é para outubro quando acontecerá uma exposição, no Uni-bh, com os trabalhos.

Foto: alunos partipante do Projeto de Ação Social e do trabalho"Olhar Registrado"
Crédito da foto: Stephanie Zanandrais

Leitor inconformado

Para trabalhar com a informação é primordial ter um bom texto. Para se produzir um bom texto é indispensável um bom português. Para ter um bom português conheça mais sobre a gramática e sobre o leitor inconformado.

"Marcelo Torres lê com prazer as Dicas de português. Diverte-se com o trato irreverente dado aos assuntos. Gosta do aperto em que as palavras se metem. E torce pelo final feliz. De quebra, relembra lições e tira dúvidas. Mas nem tudo são flores. De vez em quando, fica inconformado com certos atrevimentos. É o que ocorreu no domingo. No finalzinho da coluna "Chacina lingüística", havia a informação: "Corte o houveram do vocabulário. Ele nunca — nunca mesmo — lhe fará falta". Marcelo se arrepiou. Em protesto, mandou este recado: "Você há de convir que há casos em que o houveram é utilizado corretamente, segundo a norma culta. A terceira pessoa do plural do verbo haver, no pretérito perfeito ou mais-que-perfeito do indicativo [ufa!] é... houveram. Esse tal de houveram pode fazer falta, sim. Ou não pode?" Depende. A resposta tucana tem explicação. Quer ver?

Sem vez 1
O haver joga no time do Bombril. Tem mil e uma utilidades. Uma delas foi assunto da coluna de domingo. Na acepção de ocorrer e existir, ele só se conjuga na 3ª pessoa do singular: Houve (ocorreram) manifestações emocionadas depois da morte de João Hélio. Fato inédito: na segunda, havia (existiam) deputados saindo pelo ladrão do plenário. Viu? O haver é impessoal. O ocorrer e o existir não têm nada com a história. Flexionam-se sem caprichos. Ainda bem!

Sem vez 2
Haver também se presta à contagem de tempo. Indica passado. Senhor do ido e vivido, mantém-se impávido colosso na 3ª pessoa do singular: Mudei-me para cá há três meses. Lula governa o Brasil há quatro anos. Chegamos há poucos minutos. Havia seis horas que ele tinha saído de casa.
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No papel de relógio ou calendário, o dissílabo adora armar ciladas. Como quem não quer nada, junta-se à preposição atrás. Forma, então, baita pleonasmo. Olho vivo. Fique com um ou outro: Cheguei há duas horas. Cheguei duas horas atrás.
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A impessoalidade é contagiosa. Os auxiliares de verbo impessoal tornam-se também impessoais: Havia seis pessoas na sala. Devia haver seis pessoas na sala. Poderia haver seis pessoas na sala. .

Sem vez 3
Na formação dos tempos compostos, o haver se associa ao ter. Um ou outro podem fazer as vezes de auxiliar. Aí, ambos se conjugam em todas as pessoas. Mas o houveram, coitadinho, não aparece. Sabe por quê? Em nenhum dos nove tempos casadinhos, o pretérito perfeito ou o mais-que-perfeito têm vez: tenho (hei) amado, tínhamos (havíamos) amado, teriam (haveriam) amado, tiver (haver) amado, tenha (haja) amado, tivesse (houvesse) amado..

A hora e a vez
E o houveram? Ele não tem vez mesmo? Tem. Para chegar lá, uma condição se impõe. É desvendar outros sentidos do dissílabo. Um deles: considerar. Outro: possuir. Mais um: obter. Aí o verbo entra na vala comum. Conjuga-se em todas as formas: Os deputados houveram (consideraram) por bem comparecer à sessão. As famílias houveram (possuíam) de tudo, mas hoje nada mais possuem. Os pais houveram (obtiveram) notícia do êxito do filho nos Estados Unidos.

Carona
Você sabia? Reaver pertence à família de haver. Quer dizer tornar a haver, recuperar: A família reouve as jóias roubadas. Anna Nicole, a loura das tragédias e dos escândalos, brigou nos tribunais. Mas não reouve a herança do marido bilionário. Atenção, precipitados. Reaver confirma o dito de que filho de peixe sabe nadar. Como o pai, é cheio de manhas. Só se conjuga nas formas em que aparece o v, de haver: havemos (reavemos), haveis (reaveis), houve (reouve), houvemos (reouvemos), houveram (reouveram), haverá (reaverá), haverás (reaverás), haveremos (reaveremos), haverão (reaverão), haveria (reaveria), haveríamos (reaveríamos), haveriam (reaveriam).

Sem protesto
Marcelo, eis o resumo da ópera. A coluna reouve o houveram. Bom proveito".

Fonte: DAD SQUARISI, 14/2/7, Estado de Minas

Boa fonte, tributo ao CHEF CARLOS ALBERTO


Há mais de um mês fiz contato com o chef Carlos Alberto.
Foi para pegar informações sobre uma pauta que estava desenvolvendo na revista sobre A democratização do pão.
Não acreditava que seria tão rápido, mas, a educação e gentileza deste chef me permitiu isso. Bom no uso das palavras e sincero no esclarecimento do assunto, Carlos Alberto é uma fonte que me mostra o porquê de estar em jornalismo.

Conheça um pouco deste ilustríssimo chefe Carlos Alberto.


Desde sempre apreciador de comidas. Antes dos conhecimentos pelo simples prazer de comer. Isso foi aumentando os depósitos indesejáveis. Aliado à vida sedentária do trabalho de um administrador formado e praticante, nem mesmos os constantes deslocamentos entre cidades para exercer suas funções foram suficientes para impedir complicações na saúde...
O tempo passou e a hora da aposentadoria vinha chegando, cada vez mais próxima. Era a hora de pensar o que fazer: e porque não alguma coisa voltada à comida? Então foi hora de buscar o conhecimento técnico necessário: SENAC e SENAI foram os lugares onde tive meus primeiros conhecimentos. Depois vieram os estágios e as aulas com chefes de primeira linha. Isto me levou naturalmente aos livros e à internet, passando pela tv para buscar as respostas para as dúvidas que acumulavam em minha cabeça.
Mas, encontrei na prática destas técnicas muitas das respostas que procurava. Percebia que não bastava copiar receitas e executá-las, pois, muitas das vezes, elas não permitem os resultados mostrados nas fotos. Foram anos de buscas e práticas usando apenas os equipamentos caseiros. Hoje posso deixar de comprar os pães que consumo. Desenvolvi algumas combinações interessantes de ingredientes. Mexi em formas, em texturas, em tempos de fermentação e em produzir meu próprio fermento. É um resultado artesanal. É um produto final limitado aso recursos disponíveis mas, no dizer de todos os que já tiveram a oportunidade de saboreá-los, muito bons.
Agora, quem sabe, um pequeno espaço onde possa colocar equipamentos para aperfeiçoá-los e, se possível, ter um forno à lenha para os resultados que os fornos industrializados não nos permitem alcançar
.

Um forte abraço,

Carlos Alberto de Lima [21] 8699 0798 - Rio de Janeiro - Brasil site: http://www.cdelima.com.br blogs http://bacalhaucombatata.blogspot.com- twitter: http://twitter.com/bacalhau_batata
créditos da foto: Carlos Alberto

Oportunidade de estágio

O Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância de Minas Gerais (SINJUS-MG) realiza processo de seleção para um estagiário de Jornalismo.Requisitos: estar devidamente matriculado no Curso de Jornalismo a partir do 6º período; ter bom texto, ser bem informado; mostrar interesse e comprometimento com trabalho. Conhecimento e interesse em movimentos sociais será um diferencial importante.Atividades a executar: redação de textos para informativo eletrônico diário, site e jornal quinzenal; fotografia; cobertura de eventos internos/externos; entrevistas.Horário do estágio: 25 horas semanais.Benefícios: Bolsa de R$ 492,00, vale-transporte e alimentação.Obs: A responsável pela seleção dos candidatos somente receberá os currículos encaminhados via e-mail.

Currículos
para: Dinorá - http://dinora@sinjus.org.br

Divulgação

Primeira cobertura e fatos para serem guardados

Confira um pouco sobre o que aconteceu na minha primeira cobertura de um evento de gastronomia.



Pessoal, estou correndo e não estou parando em casa. Mas consegui esse tempinho para relatar como foi a cobertura do Festival de Comida Tailandesa.
Ocorrido na quinta passada, o evento começou às 19hs no salão ao lado do que eu e minha ex-chefa estávamos. Isso mesmo, entramos no salão errado. O mais engraçado é que na porta falamos com o segurança que nosso nome estava na lista de convidados para o festival de comida tailandesa e ele meio sem entender disse que nada havia sido passado, mas que poderíamos entrar [ele deve ter ficado com medo de um escândalo] e comer. Entramos nesse salão, que não era do festival de comida tailandesa, e nos sentamos em uma mesa que tinha mais quatro cadeiras. Fomos tirar fotos dos pratos doces e salgados buscando algo diferente do nosso bom e velho arroz, da saborosa lasanha e do comum bife de boi. Mas não vimos nada diferente. A mesa de doces então, não era nada do que falava no cardápio que recebemos por e-mail. Foi então que depois de comermos duas vezes, a Mariana teve a idéia de sair e ver se tinha outro salão no andar.
Detalhe que a decoração vinha desde a porta do hotel e dava para a entrada que estava mais escondida, por isso não percebemos.
Mariana então, volta rindo até. Descobrimos que estávamos no salão errado. Bem que vimos um monte de americano e pessoas influentes que estavam na Conferência Mundial Brasil 2020. Arrisco a dizer que fizemos, sem querer, algo que muitos jornalistas gostariam de ter feito, que era estar no mesmo local que eles para fazer uma matéria.
Paramos de rir um pouco e pensamos como sairíamos de lá. Pegamos nossas bolsas, passamos pelo segurança e nos dirigimos para o outro salão na maior naturalidade. Foi até bem fácil.
Chegamos no outro salão e fomos muito bem recebidos, nossos nomes estavam na lista e recebemos um lugar exclusivo.
No evento entrevistei o gerente do hotel e organizador do evento, o cônsul da Tailandia e o dono do restaurante tailandês em São Paulo que é madrileno. Os três eram os responsáveis pelo evento juntamente com o governo tailandês que teve o objetivo de divulgar sua cultura em nossa cidade com o festival que durou cinco dias.
Foram momentos de aprendizado total, uma vez que a entrevista aconteceu de maneira tranquila e tive a cooperação de todos para estabelecer o diálogo. Paguei alguns micos sim, mas essa parte só eu e a Mariana guardaremos em nossa memória.rs.

Créditos das fotos: Stephanie Zanandrais

O populista Vargas e as fraudes

A conturbada época em que Vargas assume o poder,e, pouco depois, instaura sua ditadura. O texto à seguir, é parte de um resumo do livro "Vargas, Poder e Informação" de Lorena Carazza, o trabalho foi para a disciplina "História do Jornalismo".

O texto conta a história sobre a chegada de Getúlio Vargas ao poder, em 1930, seu polêmico Estado Novo e todo o percurso político até 1954, quando morre. No primeiro mandato, se mantém até 1945. Seu segundo mandato vai de 1951 a 1954.
Vargas constituiu um conjunto de políticas econômicas e sociais, que foram responsáveis pela mudança de estruturação urbana e rural do país, sobretudo nos aspectos de industrialização, urbanização e organização da sociedade.
O Brasil passou de uma característica agrário-exportadora para urbano-industrial. Quando Vargas chegou ao poder, o país tinha somente 25% dos 30 milhões de habitantes morando em área urbana, no final do século XX, porém, somente 20% moravam na zona rural.
Em 1929, iniciaram-se as movimentações para a sucessão do presidente Washingtom Luis, que havia começado em 1926, pelo pacto da oligarquia da República Café com Leite. O presidente indicado, pela política de mineiros e paulistas, para substituí-lo, era o mineiro Cristiano Machado. Ao contrário do previsto, Washingtom Luis rompeu com o acordo e indicou Júlio Prestes, outro paulista que continuaria com sua linha de governo. Diante disso, três estados tomaram frente da oposição à indicação: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba.
Getúlio Vargas era governador do Rio Grande do Sul e foi chamado para representar a aliança então formada. A Aliança Liberal, movimento que reuniu todos os opositores e deu apoio à candidatura de Vargas, conseguiu, também, apoio de dissidentes de São Paulo.
No dia 1º de março de 1930, as eleições presidenciais foram realizadas e Vargas fora derrotado numa competição fraudulenta em ambas as partes. Em 26 de julho, o governador da Paraíba e candidato à vice-presidência de Vargas, João Pessoa, é assassinado em Recife. A aliança então acusa o governo Federal do ato, e inicia-se o movimento revolucionário, chamado “A Revolução de 30”, com o apoio dos insatisfeitos com o regime da República Velha.
No dia 3 de outubro, sob a chefia de Vargas e do tenente coronel Góes Monteiro, um grupo de militares deu um ultimato ao presidente Washingtom Luis exigindo que ele renunciasse. Ele ignorou e por isso, no dia 24 de outubro os militares invadiram o Palácio Guanabara e tomaram o poder. A junta militar entrega o poder à Vargas que teria de lidar com grupos opositores entre si, mas, unidos pelo governo que começaria.
A primeira tarefa empreendida por ele, foi declarar inválida a Constituição de 1891. Fechou o Congresso Nacional, as assembléias estaduais e municipais e depôs os governadores de todos os estados, exceto de Minas. Criou dois novos ministérios, o da Educação e Saúde Pública e o do Trabalho, Indústria e Comercio para abrandar os conflitos entre os grupos de trabalhadores e patrões e acabar com o sentimento anarquista e socialista da classe operária, que desde o século XX formava no Brasil o anarco-sindicalismo. Ao mesmo tempo em que reconhecia os sindicatos como legais, impunha limitações à sua autonomia, e estes eram chamados "pelegos".
A partir de 1937, o país entrou num cenário de centralização do poder que durou até 1945. No dia 10 de novembro, Vargas, através de um golpe de Estado, instaurou a ditadura do Estado Novo.
A influência social de dois movimentos radicais: a Ação Integralista Brasileira (AIB) movimento de extrema direita, apoiadora de Vargas e seus planos ditatoriais. E a Aliança Nacional Libertadora (ANL), movimento esquerdista que defendia a revolução socialista e que pretendia lutar contra o imperialismo e o fascismo serviram como motivo para Vargas instaurar a ditadura. Pouco antes, com a promulgação da Lei de Segurança Nacional, todas as manifestações contra a política e o social do país seriam severamente punidas, e em julho de 1935, depois dos integrantes da ANL lerem um manifesto que propunha a derrubada do governo, Vargas que lutava contra o comunismo, ordenou, com base na Lei de Segurança, o fechamento da ANL. Isso levou a Intentona Comunista, em novembro de 1935, sob a liderança do PCB e da ANL. Pretendiam protestar contra o governo autoritário e propor a instalação de um governo popular. Depois do levante a Constituição de 1934 deixou de vigorar, foi decretado estado de sítio, até que, em 1937, outra constituição foi feita.
Outro fato, foi a descoberta do Plano Cohen. Tratava-se de um documento divulgado pelo governo, que mostrava um suposto plano de tomada do poder pelos comunistas. Anos mais tarde o documento foi dado como falso.
Vargas, então, anuncia no dia 10 de novembro de 1937, através de uma emissora de rádio, que o país tinha uma nova Constituição e que o Congresso fora novamente fechado. Tornou-se então, o chefe absoluto do Estado.

Saúde em informação

Confira uma entrevista que fiz com a nutricionista Cristiane de Fátima da Silva sobre a importância de certas combinações alimentares especialmente o arroz e o feijão.

Qual a importância das combinações alimentares e o que você pensa delas?

A alimentação é um componente fundamental para ter uma boa qualidade de vida. Todos precisamos nos alimentar e isso deve ser feito de uma maneira balanceada e diversificada. A possibilidade de obter os nutrientes de que o organismo necessita depende da quantidade e da diversidade dos alimentos ingeridos. As combinações alimentares são muito importantes para se obter todos os nutrientes essenciais para o perfeito desenvolvimento e manutenção da saúde. A melhor forma de se obter os nutrientes em quantidades adequadas é seguir os princípios da pirâmide alimentar a qual é constituída por 4 grupos divididos em:

Energéticos (também chamados de carboidratos complexos): é responsável pela energia e força para realização das atividades do dia-a-dia como estudar, trabalhar, andar, etc. Fontes: arroz, batata, macarrão, pão, biscoito salgado, farinhas, mandioca.
Reguladores: são eles que ajudam o corpo a funcionar como um relógio, ou seja, “regulam” ou controlam tudo o que acontece no organismo (reações). Fazem parte deste grupo: frutas, verduras, legumes. São fontes de vitaminas, sais minerais e fibras.
Construtores: compreende o grupo das proteínas. Os quais são importantes para o crescimento, construção dos ossos e músculos. Fontes: carnes, ovos, leite, feijão, ervilha, etc.
Energéticos extras: compreende a gordura e os açúcares. Só fornecem calorias vazias, ou seja, não tem nenhum outro nutriente. São eles que fazem ficar gordinhos e pouco saudável. Fontes: refrigerante, doces, chocolate, margarina, manteiga, óleo, sorvete, etc.

O consumo na quantidade adequada de cada grupo vai propiciar a aquisição da quantidade de nutrientes necessários por dia, atendendo as recomendações da RDA (Ingestão dietética recomendada). Uma das principais combinações existentes em nosso país que apresenta perfeito equilíbrio e que colabora para obtenção da ingestão adequada de proteínas é o ARROZ COM FEIJÃO.

Qual o valor nutricional da dupla arroz e feijão?

O arroz possui vários benefícios, pois é rico em vitaminas do complexo B, proteínas e ferro; é um alimento rico em amido, fornecendo energia e contribuindo para a absorção de proteína. O feijão, por sua vez, contém mais proteína do que qualquer outro alimento de fonte vegetal, sendo fonte de vitaminas do complexo B, ferro, potássio, zinco e outros minerais essenciais.
Em decorrência das características demonstradas, a combinação do feijão com arroz é perfeita, pois ambos fornecem os aminoácidos (são pedacinhos de proteína) que auxiliam nosso corpo a formar suas próprias proteínas (músculos, pele, cabelos, unhas, ossos, cicatrização). E tudo isso porque os aminoácidos deficientes no feijão são justamente os que estão presentes no arroz. O arroz é pobre em aminoácido lisina, presente no feijão. Este por sua vez, não apresenta o aminoácido essencial metionina, abundante no arroz, daí a importância nutricional na formação protéica desta combinação tipicamente brasileira: 'arroz com feijão'. A proporção ideal entre arroz e feijão é de 3 porções de arroz para 1 porção de feijão.

Mito ou verdade? Ingerir líquido durante as refeições faz mal? por que?
Queria muito falar sobre a afirmação de que "beber líquido durante as refeições engorda e aumenta a barriga". É verdade?


È comum ouvir dizer que não se deve beber água, suco, refrigerante ou outro líquido qualquer durante as refeições porque faz mal, engorda, aumenta a barriga, mas será que é verdade? Não pode mesmo? Qual a explicação para isso?

Ainda não existe consenso entre os especialistas sobre este tema, o recomendado é ingerir no máximo um copo de 200 ml. Há aqueles que condenam terminantemente a associação de bebida com comida, enquanto outros optam pelo equilíbrio.
O maior prejuízo de se ingerir muito líquido durante as refeições está em relação a digestão. Depois da mastigação, o alimento passa pela faringe e esôfago, e vai para o estômago, onde está presente o suco gástrico, essencial para o processo de digestão.
Uma quantidade de liquido com ou sem gás, superior a 200 ml durante as refeições pode atrapalhar a digestão, pois as enzimas e o suco gástrico são diluídos, comprometendo o processo digestivo e pode ocasionar indigestão, gases e flatulências, além de sono e peso no estômago. Isto porque "Com dificuldade de digerir os alimentos, o organismo foca o seu fluxo sangüíneo em maior quantidade para a região comprometida, gerando a diminuição do oxigênio cerebral por diminuição da irrigação e provocando sonolência".

O excesso de líquido também poderá diminuir a absorção de alguns nutrientes, pois os alimentos passam mais rapidamente pelo intestino, local onde ocorre a absorção.

Afirmar que ingerir líquidos durante as refeições engorda ou aumenta a barriga é um mito. O que acontece é que o excesso de líquido misturado aos alimentos pode dilatar (distender) o estômago, provocando uma sensação de "inchaço abdominal", o que muitas vezes é confundido com o aumento da barriga. Quando o estômago está dilatado, manda uma mensagem ao cérebro avisando que ainda existem espaços vazios para serem preenchidos, então você não se sente saciado e consome mais alimentos do que normalmente seria necessário.

Esse aumento na quantidade de alimentos consumidos é que ocasionará o ganho de peso e, consequentemente, poderá contribuir para o aumento da gordura abdominal.

Porém, há outros estudos que mostram o contrário: tendo parte do espaço do estômago ocupado pelo líquido, a pessoa comeria menos e em pouco tempo voltaria a ter fome. "O estômago enche, mas ficam faltando os “carboidratos”, as proteínas e os lipídeos, que saciam a fome e nutrem o organismo".

Enquanto não se chega a um acordo sobre o tema, o melhor é evitar ingerir grandes quantidades de líquido durante o almoço, o jantar ou os lanches. "O mais adequado é se hidratar durante todo o dia, bebendo muita água e sucos naturais, preferencialmente sem açúcar".
A entrevista serviu de base para a produção de uma matéria sobre "Combinações Alimentares" para a Revista Gourmet Virtual.

Em jornalismo, o CINEMA

À seguir, leia um pouco sobre o filme "Love Story" da década de 1970, breve resumo do trabalho final para a conclusão da matéria "Fundamentos de Cinema".

Título, Cartaz, material promocional

O filme Love Story -
Uma História de Amor 1970, apresenta um título que entrega à pessoa o principal do filme, o romance. Tradução literal, o título em português vem escrito na capa de um livro desenhado no cartaz. As letras são coloridas, verde e vermelho, e foram escritas em caixa alta.
A idéia do cartaz foi criativa, uma vez que utiliza de uma ilustração no título que já dá pistas à pessoa sobre o que será o filme, além de reafirmar o título. A foto do casal também afirma o título, pois, está escurecida e em preto e branco. Localizada no canto esquerdo do cartaz, a foto do casal está em plano americano, da cintura para cima. As cores do filme não comprovam a afirmação de Y. Baticle na qual diz que o drama teria o rosa e o púrpura como cores predominantes.
No canto da direita, a tag-line: “love means never loving to say you´re sorry – amar significa nunca ter que pedir desculpas”, acrescenta ao cartaz o que está por vir no filme. A tag-line é uma frase dita por Jenny quando seu marido Oliver a magoa, e mais ao final do filme ele repete para seu pai que na o se relacionava bem com o filho e a nora. Todo o conteúdo: foto, título, desenho, e cor, conferem ao cartaz a alma do filme, uma história de amor triste na qual o final será mais emocionante ainda.
Além das premiações e curiosidades. Premiações: Oscar de Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado em outras 6 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Ryan O'Neal), Melhor Atriz (Ali MacGraw), Melhor Ator Coadjuvante (John Marley) e Melhor Roteiro Original. Ganhou 5 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Atriz - Drama (Ali MacGraw), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.
Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Ator - Drama (Ryan O'Neal) e Melhor Ator Coadjuvante (JohnMarley).
Curiosidades: O autor Erich Segal baseou o personagem Oliver no ator Tommy Lee Jones e no político Al Gore. O ator Tommy Lee Jones aparece nos créditos como Tom Lee Jones. Seguido por A História de Oliver (1978).

Categorias e gêneros

O filme Love Story - Uma História de Amor 1970, é um Romance, Super Clássico. Na categoria ficção o filme entra no subgênero Drama sentimental ao contar a história de Oliver Barrett IV (Ryan O'Neal), um estudante de Direito de Harvard, que conhece Jenny Cavilleri (Ali MacGraw), uma estudante de música de Radcliffe. Na história os dois se envolvem e em seguida decidem se casar. No entanto, Oliver Barrett III (Ray Milland), o pai do jovem, que é um multimilionário, não aceita a união e deserda o filho. Tempos depois, já casados, Jenny não consegue engravidar e, ao fazer alguns exames descobre que ela está muito doente.
O filme respeita a linha designada de romance dramático. As falas e as cenas são típicas de uma história de amor, e em todas as cenas há um tom de que algo ruim está para acontecer. Digo mais, para um romance da década de 1970, Love Story, 1970, lançou uma fala que virou jargão na época: “Amar significa nunca pedir desculpas”. Segundo Luísa de Fátima, 46 anos, essa frase era mania nacional. Ela diz que vários adesivos e cadernos escolares tinham essa frase estampada na capa. O filme também mostra traços da contra cultura, movimento de liberdade e expressão da época. A revolta de Oliver Barrett IV contra seu pai Oliver Barrett III, foi enfatizada no filme. Barrett era de uma família multimilionária, e por isso, deveria se casar com alguém do mesmo nível, segundo a tradição. No filme então, duas visões se confrontam: o tradicionalismo – carregado de preconceito e regras - contra a liberdade – para o amor e direito de escolha.
As técnicas utilizadas no filme Love Story,1970, foram a meu parecer avançadas. Vários recursos de filmagem, ângulos como o plongée e o contra plongée, a panorâmica e o travelling, foram usados nas cenas. O recurso de flashback foi o principal da história. Assim como no filme que ano depois, em 2001, utilizou as mesmas técnicas e roteiro, I Walk to Remember – Um Amor pra Recordar.
Na primeira cena a câmera abre com foco na faculdade de Harward, acompanhada de uma música triste. Em seguida mostra Oliver Barrett IV sentado lembrando-se da amada, e então começa toda a história. Outro ponto interessante do filme é a linguagem. Ambos os personagens usam gírias e palavrões. O vocabulário é coloquial com atitudes e expressões dos jovens da época.
Os efeitos das revoluções que aconteciam no âmbito sócio-político da época também foram bem aparentes nas cenas. O movimento Hippie que pregava uma nova idéia de crença, voltada pro antropocentrismo, foi relatado na cena em que Oliver e Jenny falam para o padrasto de Jenny, Phil, que eles não se casariam em uma igreja católica porque não acreditavam em Deus.
As cenas também passaram adequadamente a personalidade de cada personagem. Oliver era um “filhinho de papai” como a própria Jenny falava. Mas também era muito agressivo, pois não tivera amor de seu pai. Jenny por sua vez, era uma musicista inteligente e reservada. Fechada e de condição bem inferior a de Oliver, ela era considerada pelos rapazes uma garota “osso duro de roer”.

Vamos parar por aqui... ainda tem mais cinco laudas! Mais pra frente coloco sobre a decupagem, ok?

Um pouco sobre o impresso

Suas vantagens e desvantagens diante de outras mídias.

A imprensa teve que verificar as suas possibilidades, diante da tv e do rádio, pesando as vantagens e desvantagens, para poder aperfeiçoar e ampliar o que lhes fosse favorável, para conseguir vencer a concorrência e sair vitoriosa quando muitos previam que os jornais iriam falir e morrer, com o desenvolvimento do noticiário falado e com imagens movimentadas no vídeo.
Sobre a imprensa a tv apresenta vantagens inigualáveis, é contemporânea de fato; ao invés de simplesmente dizer que tal fato ocorreu de tal maneira, pode mostrá-lo em toda a sua integridade; ela não se limita, por ex, a documentar um acidente na corrida de Le mans e a ilustrar a informação com fotografias; projeta o filme que o registrou; atinge a mais sentidos que a mensagem escrita, mobilizando a audição e a visão do espectador.

É cômoda, não exige qualquer esforço do telespectador, nenhuma imaginação e fornece o retrato de corpo inteiro; exibe a imagem e utiliza-se ainda de texto e som. Atigindo camadas mais vastas da população, a tv chega até aos analfabetos, público sem acesso a livros e jornais, junto dos quais forma opinião. De outra forma surge o jornal símbolo da comunicação escrita. Incapaz de oferecer a notícia de última hora, a notícia em flagrante, que é a grande arma da tv, tende a abandonar o noticiário informativo, limitando-se ao comentário do fato. A notícia chega ao leitor pelo menos 12 horas após ter sido recebida pelo telespectador.
O jornal precisa ser adquirido diariamente.a tv porém é superficial por natureza. O custo de sua transmissão não permite o aprofundamento. Não desce à intimidade das questões, nem permite a recuperação da informação. Deverá ser captada, entendida e fixada em determinado horário e compreendida na ocasião em toda a sua profundidade. Não há o recurso de deixar pra ver mais tarde (o jornal pode ser lido quando e onde o leitor quiser), não há como voltar atrás (reler), rever determinado ponto, conferir determinada informação.
O jornal permite a consulta permanente e a recuperação da informação; a linguagem escrita está fixada (...) A tv mostra o fato com um poder de síntese extraordinário, mas sem capacidade de aprofundamento. Nos países de baixo nível cultural, a imprensa assume o papel de um meio de comunicação de elite, se comparado aos outros meios de comunicação social. Uma vantagem do jornal impresso é que podem aumentar para amplos limites o número de páginas, de acordo com a quantidade de matérias que devem apresentar.
A tv embora consiga reunir as notícias, não oferecerá nunca um bom trabalho. O noticiário que a tv oferece nas últimas horas de suas transmissões é e continuará sendo um estímulo, que excitará o apetite jornalístico do telespectador, que irá procurar os jornais do dia seguinte, para saciar o seu desejo de informar-se. Os meios de comunicação de massa se destinam a informar, a influir (ou persuadir) e a divertir. O fato é levado ao conhecimento do receptor, mostrando-o em seus diversos aspectos ou enfoques e há ainda a preocupação de motivar o leitor (ou ouvinte) a seguir uma recomendação, a comprar um produto ou a ceitar um movimento, campanha ou doutrina. Existe, por fim, o escopo de divertir, através de textos leves e amenos. Assim o jornalismo poderia ser dividido em 4 categorias: informativo, interpretativo, opinativo e diversional.

Resumo do capítulo jornalismo impresso - Técnicas de codificação em jornalismo, Mário L. Erbolato.


Crise fez surgir novas formas de jornalismo, diz acadêmico

Por Agencia EFE

Londres, 28 jul (EFE).- A crise econômica fez surgir novas formas de jornalismo que, se não estão em condições de substituir a imprensa tradicional, por outro lado prestam um grande serviço à democracia.

Foi o que disse à Agência Efe Michael Schudson, professor da faculdade de jornalismo da Universidade de Columbia (EUA), que acaba de chegar a Londres para preparar, junto com o ex-diretor do "Washington Post" Leonard Downie, um relatório com recomendações relacionadas ao futuro da imprensa.
"Queremos entrevistar os diretores do jornal 'The Guardian' e da 'BBC', porque temos interesse tanto na fundação sem fins lucrativos que é dona daquele jornal como no caráter público da emissora", disse Schudon, autor de uma coleção de ensaios sobre jornalismo intitulada "Why democracies need um unlovable press" ("Porque democracias precisam de uma imprensa implacável", em tradução livre).
"Nos últimos anos, surgiram nos Estados Unidos várias organizações sem fins lucrativos integradas por um número muito reduzido de repórteres, muitos deles saídos da imprensa tradicional e que se dedicam ao jornalismo investigativo".
Em entrevista à Efe, o professor americano citou especificamente o caso da ProPublica, com sede em Manhattan e dirigida por Paul Steiger, ex-editor do "Wall Street Journal", e Stephen Engelberg, ex-editor do "New York Times".
Fundada em 2007, a produtora de conteúdo surgiu como resposta à crise e à consequente falta de recursos para o jornalismo investigativo.
"O objetivo (da ProPublica) é produzir por ano 30 ou 40 reportagens muito bem apuradas", destacou Schudson.
Há outros veículos, como o "The Voice of San Diego", da Califórnia, que investigam temas de interesse local, como as escolas, o Governo municipal, o meio ambiente e o setor imobiliário. Geralmente, essas publicações são financiadas por empresários filantropos e fundações beneficentes como a Knight Foundation.
O "Chi-Town Daily News", de Chicago, segue o modelo que nos Estados Unidos ficou conhecido como "pro-am", integrado tanto por profissionais como por voluntários amadores.
"É verdade que nenhuma dessas organizações vai conseguir abrir um escritório no Iraque ou no Afeganistão, mas desempenham um papel crucial numa democracia" ao fiscalizarem o Governo local, disse o acadêmico.
Ao mesmo tempo, a crise econômica que a imprensa tradicional enfrenta é tão grande que está obrigando muitos jornais a fecharem suas sucursais em Washington. Agora, muitos desses veículos dependem de agências e de outras grandes publicações, como o "New York Times" e "Los Angeles Times", para noticiar fatos de relevância nacional
No que diz respeito ao noticiário internacional, houve nos EUA um fenômeno muito interessante. Graças à internet, cada vez mais americanos acompanham os fatos do mundo por veículos estrangeiros, sobretudo pela "BBC".
Schudson também diz não ter muita esperança no futuro econômico da imprensa tradicional. Ele apontou como sinal significativo das mudanças em curso o fato de a agência internacional "AP" ter anunciado no fim de semana a implementação de um mecanismo para proteger seu conteúdo da pirataria na internet.

DEFESA DA PROFISSÃO DE JORNALISTA

Frente precisa do apoio dos parlamentares mineiros.

Cento e cinqüenta parlamentares, entre deputados federais e senadores, já assinaram a proposta de constituição da Frente Parlamentar em Defesa da Profissão de Jornalista, mas é preciso mais. São necessárias 191 assinaturas para oficializar a criação, no Congresso Nacional, da frente suprapartidária que deverá dinamizar a tramitação de projetos que restabeleçam a regulamentação da profissão de jornalista.
Chegou o momento de jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo e apoiadores cobrarem dos parlamentares mineiros o seu posicionamento sobre esta questão. Trinta e seis deputados federais de Minas Gerais, dos mais diversos partidos, ainda não aderiram à Frente Parlamentar. Somente com a adesão do maior número de parlamentares será possível reverter, com a urgência necessária, a decisão do Supremo Tribunal Federal, que acabou com a exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo.
Todos aqueles que defendem a formação e a necessidade do diploma para jornalistas devem entrar em contato com os parlamentarem que ainda não assinaram a proposta da Frente para buscar o apoio à sua criação. Segue uma proposta de texto a ser enviado aos parlamentares:
Caro deputado federal,
No dia 17 de junho de 2009, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal votou contra a exigência de qualquer formação para o exercício da profissão de jornalista, numa equivocada interpretação de que o exercício profissional do Jornalismo fere o direito de expressão. Longe de ameaçar a liberdade de expressão, tal exigência oferece à sociedade garantias mínimas de qualidade da informação e compromisso ético profissional. O que realmente fere a democracia brasileira é deixar nas mãos, exclusivamente, dos donos dos veículos de comunicação o poder de arbitrar sobre quem pode ou não exercer o Jornalismo no Brasil.
A decisão retrógrada do STF derrubou uma conquista de várias décadas, não apenas para os jornalistas, mas principalmente para a sociedade, que tem o direito de receber uma informação qualificada, ética e produzida por um profissional capacitado, com formação específica para exercer o Jornalismo. Sem contar que a sentença que precariza a profissão de jornalista e abre precedente para a desregulamentação de outras categorias profissionais.
Como o STF é a última instância jurídica, cabe ao Congresso Nacional desfazer esse equívoco e restabelecer a exigência de formação específica de nível superior para o exercício profissional do jornalista, como também quer a nossa sociedade, que reagiu imediatamente desaprovando o posicionamento da Corte Suprema brasileira.
Em Brasília, a deputada federal Rebecca Garcia (PP-AM) lançou a Frente Parlamentar em Defesa da Profissão de Jornalista, que já tem a adesão de mais de 150 parlamentares. Queremos contar com a participação de todos os deputados mineiros, entre eles V. Exa.
Nós, jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo e apoiadores da formação superior, vimos reafirmar que a decisão do STF é contrária ao interesse público e solicitar a indispensável participação dos parlamentares para que a Frente seja criada o quanto antes, com o objetivo de dinamizar a tramitação de projetos que restabeleçam a regulamentação da profissão de jornalista.



Texto de Janaina da Mata - Diretora do SJPMG

Campanha pela mobilização do diploma

Caros(as) colegas jornalistas e estudantes de Jornalismo,

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais está organizando um Grupo de Trabalho da Regulamentação, que será formado, além da nossa diretoria, por jornalistas e estudantes convidados, que tenham interesse em colaborar com a campanha de regulamentação da profissão de jornalista.

A primeira reunião deverá acontecer hoje, terça-feira, às 18 horas, na biblioteca do SJPMG.

Gostaria de convidá-lo(la) a participar da mobilização pelo reconhecimento do valor social da nossa profissão e pela importância da formação para o exercício do Jornalismo.

Segue, em anexo, uma proposta de texto a ser enviada aos parlamentares mineiros que ainda não aderiram à Frente Parlamentar em Defesa da Profissão de Jornalista.

Contamos com a sua participação,

Janaina da Mata - Diretora do SJPMG
31 8893-1561

Censura camuflada ou não?

Estava lembrando sobre a censura na época da Ditadura militar, década de 1960. Foi então, que eu fiz uma comparação com a censura vivida pela imprensa nos dia de hoje. A conclusão foi uma só. Na década de 1960, em plena repressão, a sociedade brasileira vivia debaixo de uma coberta que camuflava todos os acontecimentos sócio-políticos e econômicos comprometedores para o governo.
A estratégia era fornecer aos jornalistas incentivo que fosse capaz de tornar a mídia brasileira um aliado simpatizante do governo. Entre os incentivos políticos e econômicos tínhamos subsídios para as empresas de comunicação, descontos em tarifas aéreas, isenção de impostos, investimento no jornalismo econômico e internacional, etc.
Durante a ditadura, ocorreram vários acontecimentos de torturas, exílio e morte de políticos opositores - até mesmo jornalistas.
Eram inúmeros os crimes políticos, a tortura e o desaparecimento de pessoas, a fome e a repressão em todas as áreas da sociedade.
Agora vamos pensar nos dias de hoje. A imprensa é chamada de cidadã, tem como objetivo denunciar, provocar melhorias e evitar que outro golpe político aconteça. Em nossas casas chegam notícias de crimes políticos, homicídios, assaltos, problemas sociais e muito mais. Vemos uma imprensa ousada, que dá um show de cobertura, mostra todos os detalhes, entrevista vítimas e acusados e luta para sobreviver diante de mudanças sociais, tecnológicas e políticas. Aparentemente não conseguimos enxergar onde está a censura, não é mesmo? Ela ainda é encoberta com incentivo ilegal, suborno, ameaças e mortes. O que pode ter mudado um pouco é que tais ameaças nem sempre partem de políticos, mas, de traficantes, donos de terra e pessoas estejam “encrencadas” e não queiram ser pegas. Ainda temos que enfrentar políticos que apelam para a desvalorização da profissão com a abolição da obrigatoriedade do diploma. Vejam bem, as coisas acontecem “entre linhas”. Todos sabem que existem várias pessoas atuando na mídia sem serem formados em jornalismo e isso nunca fez alguma diferença. Sabemos, também, que a mídia incomoda muito corruptos e “artistas” desse grande picadeiro. Por isso, entre linhas percebemos uma repressão de maneira oposta à da ditadura. Se na década de 1960 a imprensa possuía incentivos do governo, hoje, temos o oposto, porque será? Mudaram os motivos, ou ainda são os mesmos?

Primeira Cobertura

Pessoal, estou me preparando para a primeira cobertura que farei de um evento no mês que vem. Será um evento de comida tailandesa que aconteçerá entre os dias 06 e 09 de agosto.
Espero que corra tudo bem, vamos entrevistar um dos chefs e relatar os principais acontecimentos do festival de comida tailandesa.

Deixo o nervosismo de lado, porque quando gravei meus primeiros vídeos tive um pequeno problema com a tremedeira e o vermelhão no pescoço. Quando fico nervosa sinto meu rosto, pescoço e peito queimarem. No dia, fui com uma blusa branca que tinha um corte em V bem na região do pescoço e mostrou tudo no vídeo.

Para meu desespero maior, os videos deveriam ser gravados sem pausas. Ou seja, toda a vez que eu errava tinhamos que gravar tudo novamente. Mas foi bom, valeu bastante para um primeiro trabalho de TV. Até o câmera falou que para a primeira vez fui muito bem. Bom demais então, não é?

Mas é isso aí, estou na espectativa de um bom texto e de uma boa experiência para colocar no currículo. Aguardem o próximo texto falando sobre o evento e a lição que tirei, ok?

Um alívio e tanto meus companheiros

Hoje foi o dia de entregar as famosas pautas que me aterrorizaram durante a semana. Mais ou menos às duas horas, minha "chefa" veio até a minha mesa e pegou as três páginas que contém 16 temas a serem abordados, ou pelo menos tentar.
Para minha alegria e grande alívio a maioria é relevante e interessante segundo a senhorita Mariana Marcial.
Eu tinha certeza que o “pavor” de ser uma pauteira logo passaria, bastava somente ser aprovada e receber uma palavra de incentivo. Normal, quem não fica empolgado quando é incentivado? Ninguém.
Mas é isso aí pessoal, mais uma experiência vivida e mais um obstáculo vencido nessa caminhada que tem o jornalismo.
Mais pra frente adianto que virão novidades, ainda não posso dizer o quê ao certo. Estou dependendo de reuniões e vontades de uma hierarquia com mais poder do que eu. Mas de uma coisa eu sei, “o melhor de Deus ainda está por vir” como diz um grande cantor de música gospel Kléber Lucas.
Para quem não estava suportando a idéia de fazer pautas, até que eu estou bem empolgada com o que vem por aí.

Presente poético

Para Osvaldo Jr.
Um ano de conquistas.

Um ano de vitórias.

Um ano que eu gosto cada dia mais de você.

Ontem coloquei um pouco sobre a história.

Hoje, coloco algo para ficar na memória.

Nesse primeiro dia do segundo ano,

Quero dizer que te amo.

E para todos aqueles que lerem este texto,

Você é o meu companheiro.

Melhor amigo, meu grande irmão.

Sempre de braços abertos me estende a mão.

Os dias vêm, as lutas vão.

E o seu carinho me apóia então.

E é bem assim que o vejo crescer.

No rosto um menino, no coração um jovem,

Na alegria uma criança, nas atitudes a confiança.

Abençoe Deus o meu amor,

Que para mim o preparou.

TE AMO!;)





Saia justa? solta um ponto

Saia justa, normal para todo cara de pau, né. Ou seja, normal para todo jornalista. Interessante é que a gente vai aprendendo a lidar com essas situações e a sair bem. Fui entrevistar um chef importante da culinária nipônica e a primeiro momento gostaria de conversar com ele por e-mail mesmo. Então encaminhei as perguntas para a assessoria.

A assessoria, então, mandou as respostas e quando fui lê-las percebi que quem respondeu não foi ele e sim a própria assessoria. Então minha chefe ligou para eles e pediu que fosse uma entrevista particulamente com o chef.
Pegamos o telefone do homem e ao ligar para ele, pedi para que fosse por e-mail a entrevista, pois, as respostas seriam um pouco longas.

Foi então que ele disse que prefiria por telefone. Então tá, topei porque, afinal de contas, chef de cozinha trabalha muito e ele não era uma exceção.
Começei a entrevista. Fiz a primeira pergunta, que por sinal era para ele falar sobre a história de vida e sua resposta foi bem direta do tipo´"É eu sofri muito", e só.
Beleza, continuei com as outras perguntas e querido, a entrevista só foi de mau a pior.

Foi então que começei a colocar palavras em sua boca para ver se andava, mas, não houve melhoras. Conclusão, não sei porque, mas, tive a ligeira impressão de que, talvez, ele era analfabeto. Bem, mas isso não me diz respeito, e, por isso, como todo jornalista contador de histórias, entrou em cena a criação e o poder das palavras para formar uma linda história de superação e honra. Isso tudo sem que fosse inventada uma situação, somente com as poucas palavras do chef e um release contando um pouco de sua história, produzi o texto.

É nessas horas que eu valorizo mais ainda esse estágio.

Pauteira

Eu não quero ser. Pelo menos não por enquanto. DEVE-SE AO MOMENTO.
Estou passando pela difícil experiência de produzir pautas. Estou aprendendo, isso é sem dúvida, mas, posso dizer que é complicado.

Mas é por isso que na TV as reuniões de pautas envolve três, quatro ou mais pessoas.
Em determinados veículos encontramos o pauteiro, jornalista que trabalha especificamente na criação de temas para matérias. Mas, até mesmo ele tem que apresentar suas idéias na reunião para ser decido o que vai entrar e o que vai sair.

É por isso que o ditado reza "duas cabeças pensa melhor do que uma". Produção de pauta para veículos grandes, como as emissoras de TV, é fichinha. Eles mal têm problema com tema para apuração. Chove cartas, denúncias, sugestões e profissionais ligados ao assunto. Mas para veículos menores, com pouca visibilidade e recursos eu digo que a história é outra.

Aí que entra a importância de estabelecer contato e ampliar os conhecimentos e as relações em diversas áreas da sociedade. É assim que aumenta-se o poder de divulgação, a possibilidade de conseguir um furo e a capacidade de produzir com criatividade e tranquilidade inúmeras pautas.

Bem, estou nesse exato momento tentando passar de sete para oito pautas elaboradas, enquanto isso, milhoes de temas estão sendo abordados, criados e divulgados pelas inúmeras empresas de comunicação diztribuídas em impressos, canais audio-visuais, torpedos, etc, etc.

Bom chefe, momento de reconhecimento

A melhor coisa que tem é você trabalhar em um ambiente tranquilo no qual o trabalho flui naturalmente e não há pressões a não ser a do prórprio ofício. Me dei muito bem, minha chefe além de ser um amor de pessoa, é uma jornalista muito competente. Graças a Deus que abriu essa porta para mim.

Na redação da Revista Gourmet Vitual é assim, dias antes de lançar a próxima edição já estamos trabalhando nas próximas edições. Com bastante calma e tranquilidade as pautas são desenvolvidas, e, mesmo com a demora de certos e-mails, a situação é de total controle que abre espaço para inúmeras criatividades.

O bom de pegar um bom chefe é que você absorve tudo que ele te passa, pois, não ele não fica de amarrassão. Minhas futuras pautas pedem um pouco de experiência. Serão entrevistas com pessoas importantes e por isso acompanharei minha chefe para observar e adquirir conceitos e habilidades importantes para uma entrevista desse porte.

Mais para frente te conto como foi a experiência e o que aprendi ok?

Antes de entrar para um estágio aconselho você que ore e peça a Deus para colocar um chefe bom igual a jornalista Mariana Marcial, minha chefe.

Histórias emocionantes




Mesmo com alguns pontos negativos, como os carões que levamos de pessoas mal educadas, existem pontos relevantemente positivos como vivenciar e acompanhar ou até mesmo conhecer histórias de vida emocionantes.

Entrevistei ontem um chef nordestino que mudou quando era garoto para São Paulo. Sua história de vida é emocionante e animadora. Muito pobre, ele lutou na vida. Começou a trabalhar de caixa, ficou desempregado por um tempo, foi anunciante de compra e venda de ouro nas praças até entrar como lavador de louça em um restaurante.

O resto da história dele será publicado na Revista Gourmet Virtual da semana que vem. Mas, o que quero passar para você, caro leitor, é que não tem nada mais satisfatório do que poder descrever histórias emocionantes. Para isso, é necessário um talento singular para transmitir a mensagem. Talento esse que todo o jornalista, quando entra na faculdade descobre que tem e tem mesmo.

É claro que todo mundo que tem a capacidade de contar histórias pode ser jornalista. Mas um bom jornalista é aquele que se destaca na hora de contá-la. Entende? É necessário mais que contar a história, temos que interpretá-la. Senti-la correndo no sangue, pelo corpo, pulsando no coração e brilhando nos olhos. Afinal, todos temos um pouco de poeta, artista e intérprete pois lidamos com a popularidade e nosso instrumento de trabalho são os veículos de aproximação entre os homens.



Crédito da foto: montagem de divulgações

A era da Convergência Midiática

Você sabia que está participando de uma nova era na comunicação brasileira? É isso mesmo, estamos em plena época de mudanças na forma de fazer comunicação. Chamada de Convergência Midiática essa tendência é realidade em todos os veículos de comunicação existentes.

Trata-se de um processo em que empresas de comunicação como a Rede Globo e os Diários Associados, aderem outros veículos dentro da sua linha editorial para divulgar seu produto. É comum na TV a divulgação do site da emissora ou mesmo da revista.

Dessa forma, as empresas de comunicação aumentam espaço para publicidade e popularidade em uma tentativa para se manter no mercado e não perder mais espaço para a internet. É por isso que a tendência é recente, pois, com o advento da internet na década de 1990, todos os veículos de informação tiveram que se reestruturar para não sucumbir.

O interessante é que essa tendência vem criando novos meios de divulgação da informação. Um bom exemplo é o recebimento de notícias por torpedo (msm de cel) ou ainda por e-mail. E a popularização da comunicação com os impressos e as revistas de baixo preço.

Na Era da Convergência Midiática só não se informa quem não vive.

Crédito da foto: publicação

Ciência confronta a própria ciência


Os embates entre correntes criacionistas e evolucionistas persistem enquanto não há uma definição final a respeito do surgimento do mundo e da humanidade. Cientistas procuram em fósseis e no fundo do mar, vestígios e materiais que comprovem suas teses e teorias, porém, tudo o que é encontrado serve tanto como respaldo para a corrente evolucionista como para a corrente criacionista.


Mas, para quem quer comprovar na própria Ciência que o homem foi criado por Deus, citarei três leis científicas que reforçam a corrente criacionista e enfraquecem a corrente evolucionista.


1- Lei da biogênese: Vida cria vida. É necessário um ser vivo criar outro ser vivo. Deus é vivo, na bíblia está escrito que Ele não dorme e está em todos os lugares, pois é onipotente, onipresente e onisciente. A teoria do big-bang, porém, afirma que de uma enorme explosão veio o homem, então eu pergunto, quem gerou a explosão?


2- Lei da causa e efeito: A causa é maior que o efeito. Deus é todo poderoso. Na biblia lemos que ele é o Alfa e o Ômega, o começo e o fim, nele há perfeição e Ele não é homem para que minta nem filho do homem para que se arrependa de algo que faz. Deus é causa, humanidade é efeito.

Para o evolucionismo, porém, uma ameba[ou qualquer espécie de ser vivo de estrutura simples] é a causa e nós, que possuímos o sistema nervoso mais complexo cujo cérebro forma uma estrutura de um quadrilhão de ligações nervosas, somos o efeito de uma evolução que durou milhões de anos para se concretizar.


3- Lei do código da genética: Diferentes espécies não podem gerar um ser vivo. Deus nos criou a imagem e semelhança dEle. Na evolução, porém, um ser vivo de espécie determinada e que não era humana, evoluiu e terminou no homem. Não podendo ser uma mutação, uma vez que o processo de mutação causa uma entropia genética.


Conheça mais sobre a criação do homem na bíblia, leia o livro de Salmos e dê uma atenção especial aos versículos de número 103:15 [fala que o homem é como a flor do campo], 78:39 [é como o vento que passa]. Ainda em Salmos 90:09 a bíblia fala que o homem é como conto ligeiro.

Mas o principal que devemos saber é que nós somos amados por Deus. Em Mateus 6:26 Deus fala que somos muito mais valiosos que os animais. E realmente somos superiores, pois, somos racionais, sabemos que somos homens. Um cachorro não sabe que ele é cachorro, ele somente age por instinto.


Nós agimos por lógica, raciocínio, sentimentos, pensamentos, estímulos nervosos e FÉ.

Crédito da foto: divulgação
Fonte: estudo dado pelo pr. Silas Malafaia na Igreja Batista da Lagoinha

Leitura e café, o romance cultural


É comum entrarmos em livrarias para tomar um café. A moda é informação, mas quem despreza um lanchinho durante ou após uma boa leitura? Afinal, "ler dá fome", pelo menos dizem alguns [menos ou muito] estudiosos.


Voltando para o lado empresarial, essa combinação "deu certo" segundo o gerente da Status Café Cultura e Arte, Ivan Carlos, para uma matéria que fiz publicada na Revista Gourmet Virtual. A livraria tornou-se há três anos cafeteria e, também, um espaço para apresentações de bandas. Em São Paulo, a maioria das livrarias casaram os ambientes.


O público é muito variado, encontramos jovens e adolescentes que utilizam o espaço para estudar e bater um papo com os amigos. Outros gostam do cardápio oferecido pela cafeteria. É o caso do estudante Marco Loureiro de 17 anos. Marco estuda no colégio Santo Antônio e desde o começo do ano frequenta a Status na parte da tarde para estudar e relaxar com os amigos.


Segundo ele, "estudar e ler consome", por isso, ele sempre come um pão de queijo e um café expresso. O que não agrada o estudante, e à ninguém, é o preço. Marco faz um apelo à administração da Status que diminuem os preços do cardápio e tornem mais acessível ao povo.


Mas a livraria é um sucesso, até no domingo ela abre e oferece um café da manhã das 8 hs às 13hs. Segundo o gerente Ivan Carlos a programação reúne pessoas de vários países que em visita a Bh procuram um lugar para comer e muitas vezes não encontram aberto em pleno domingo e acabam parando lá. Todo mundo recomenda a Status, " já tivemos festas de noivado, casamento, apresentações de várias bandas e reuniões de executivos importantíssimos", conta Ivan.


Quer um incentivo à leitura melhor que este?

Conheça a Status, acesse http://www.livrariastatus.com.br/

Crédito da foto: Stephanie Zanandrais

Cara de pau!

Quer ser jornalista? Então prepare-se para ser mal tratado e levar carão.

Para uma pauta sobre a democratização do pão tive que entrevistar um historiador. O objetivo era que ele falasse brevemente sobre a história do pão. Claro que para responder a esse objetivo é necessário escrever um texto. Mas eu gostaria somente de uma frase ou parágrafo que tivesse uma informação de tempo e a causa do surgimento, então, enviei as seguintes perguntas:
1. Fale um pouco sobre o surgimento do pão e sua época. (poderia falar que o pão surgiu quando o homem descobriu os grãos há x anos quando)
2. Fale brevemente sobre a tradição do pão na cultura brasileira. (aqui ele poderia falar que o pão está na mesa de todo o brasileiro há x anos, por exemplo)
3. Se quiser comentar algo que intitule necessário para a matéria esteja a vontade. (qualquer dado histórico)

Expliquei no e-mail que poderia ser pequeno, nada muito aprofundado até porque, gostaria que fosse citações mesmo para ter uma fonte. Mas minha gente, levei carão. O historiador me xingou e disse que sentiu que era mais pra ele fazer o texto pra mim. Disse repetidas vezes que parecia que era pra ele fazer a matéria pra mim e que não entendeu isso.

Engoli o sapo e falei que ía reformular as perguntas e desliguei o telefone,
Pra ele eu sou o quê?? Cara de pau...
E ele pra mim é o quÊ?? Deixa pra lá, é uma fonte importante no meu trabalho.

Um pouco de Jornalismo Cidadão

"A imprensa tem por função dar visibilidade à 'coisa pública' e a visibilidade é condição da democracia", trecho do artigo, Jornalismo Cidadão, Alzira Alves.

O Jornalismo Cidadão surgiu nos EUA, década de 80, sob contexto de mudanças político-sociais mundialmente vividas. Além de ser também uma estratégia dos jornais impressos contra a perda de público para as TVs e uma maneira de barrar a influência de políticos no espaço da mídia. Em sua ideologia está a liberdade do público leitor de mandar suas opiniões e confrontar leis, ideias e medidas políticas, sociais e econômicas no país.

Tal confronto aumenta o poder de persuasão dos jornais e diminui o poder de influência dos políticos que são obrigados a atentar para medidas e reformas de melhorias na sociedade, uma vez que, o leitor do jornal "Fulano" enviou uma denúncia de descaso público. Então, essa notícia foi ao ar, ou foi públicado nas primeiras páginas do diário, e as milhares de cópias vendidas com a denúncia foram para a casa de milhares de eleitores daquele político responsável pelo descaso.

Ao se comprometer com a população, a imprensa no Brasil, aderiu ao novo ideal de fazer jornalístico, isso porque, de volta ao regime democrático, o país se libertava de uma repressão que atingiu todos os setores inclusive a imprensa. Logo, era de interesse dos jornais a nova linha editorial, com ênfase em mostrar a fidelidade e o comprometimento com a verdade, para que nunca mais ocorra um golpe como o vivido na década de 60 pelos brasileiros.

Mas não era só por causa do golpe que esse novo jornalismo cresceu e ganhou espaço na sociedade brasileira. Já era uma tendência social os Direitos Humanos e valorização do cidadão. A mídia, então, percebeu que uma boa forma de ter respeito e credibilidade seria mostrar o seu respeito ao cidadão e seu comprometimento com o público brasileiro. Por isso, a Tv e o Rádio aderiram programas de denúncias e investigação, além de quadros como do telefone, e-mail e carta do telespectador reivindicando e expondo sua opinião. Afinal, o público é o responsável pelo sucesso e visibilidade de um programa e/ou emissora e isso o Jornalismo Cidadão viu no momento certo.



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Qual é o seu Deadline??






Corre meu querido, porque prazo é prazo.
Na redação chamamos de Deadline. Começou nos EUA na década de 80, quando o jornalismo tornou-se Cidadão. O termo usado é Public-Journalism, no qual o jornalista e o jornal se comprometem em orientar o seu público. Seja em questões da visinhança - tudo o que se passa na região do leitor, como em questões de saúde e beleza.

Ao chegar no Brasil, o Jornalismo-Cidadão de cara enfrentou várias mudanças que ocorriam principalmente na política. O fim da Ditadura Militar e o movimento das Diretas Já, serviram de palco para o novo perfil entrar em cena.

Foi então que as redações mudaram. Passaram a adotar um maior número de informações em menor tempo. Reformulou o design das páginas e acrescentou temas e cadernos para as edições.
A tv passou a fidelizar suas coberturas, com mais jornalistas e câmeras para cobrir os casos nas ruas e aumentou a apuração de denúncias e escândalos políticos e sociais.
Sobre o jornalismo investigativo conto em um próximo texto, ok?

Hoje, as matérias continuam sendo cidadãs. As pautas e seus respectivos textos são para se familiarizar com o leitor. O brasileiro é o público dos jornais que se encontram no Brasil, por isso, temas como política, sociedade e futebol são bem particulares e peculiares do nosso país.
Sendo assim, temos uma popularização dos meios de comunicação para que o maior número de brasileiros seja alcançado pela mídia.

A Convergência Midiática é outra peça chave para essa popularização, nela uma mídia divulga a outra. É muito comum, hoje, você assistir um programa na Globo e sempre ver no final da programação o apresentador dizer: "Acesse nosso site", ou "Mais detalhes desse acontecimento você confere na nossa página na internet" e por aí vai.
Mais pra frente também explico o motivo dessa Convergência, ok?

Esse crescimento possibilitou uma coisa: A GRANDE COMPETIÇÃO ENTRE EMISSORAS E EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO. Como consequência, um Deadline curtíssimo, para que haja sempre um furo, ou mesmo uma vantagem de novidades em notícias e imagens que garantem o melhor Ibope e reconhecimento por parte do público.

No meu estágio, sempre quando realizo entrevistas por e-mail, as assessorias perguntam: "Qual é o seu Deadline?". O prazo costuma ser de uma semana no máximo. Isso porque as pautas e o trabalho realizado permitem. Mas, em emissoras de tv e rádio e impressos maiores, a história já é outra. Porque o próprio público é exigente.



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Entrevista com o chef André Bocatto no Gourmet Virtual

Em entrevista para a Revista Gourmet Virtual,
o chef revela seus hábitos, prazeres e de maneira bem descontraída ele conta sobre seu dia a dia.
"O neto de italianos que começou como fotógrafo e jornalista, é hoje referência na Gastronomia brasileira", trecho da matéria.

Para quem ainda não conhece a revista eu recomendo. Não só por que eu escrevo pra ela não, mas, por que todas as matérias são feitas na íntegra e estão fresquinhas para os amantes, simpatizantes e profissionais da Gastronomia.

A Revista está em sua 5a edição e de cara nova, traz fotos e entrevistas com os mais renomados chefs do país. O chef André Bocatto faz, ainda, uma revelação de última mão!

Confira o que é no site:
http://www.revistagourmetvirtual.com.br

E mande suas sugestões e elogios!!

créditos da foto: Revista Gourmet Virtual
Produção Jornalística do Gourmet Virtual no blog.